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" Você esta aqui para possibilitar que o propósito divino do universo se revele.

Veja como você é importante! "

Eckhart Tolle


Arrisque... o risco é a unica maneira de você saber se está "realmente" Vivo!!!

Zoia Petrow








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consciência criativa








PROSPERIDADE ALTERNATIVA - O DESEJO DE ADQUIRIR


Fonte da Alma, através de Bonnie Buckley Lewis



Muitos seres que se encontram criando focos encarnacionais nesta perspectiva de estrutura do tempo, fazem isso a partir da periferia do sistema de pensamento coletivo tridimensional. Conceptualmente, os processos de pensamento desses seres podem não encontrar nem tranqüilidade nem liberdade dentro do coletivo terceiro-dimensional. Um despertar está ocorrendo.


AMPLIAR SEU ANTIGO PROCESSO CRIATIVO

Um número cada vez maior de seres humanos encontram-se ressonando em um nível de insatisfação com o sistema de crença coletivo. Eles encontram um senso de identificação, conceitos ou estilos de vida que não cabem dentro daquilo que é chamado de "corrente principal". A corrente principal de pensamento (realidade tridimensional) é uma construção a partir da qual o crescimento é criado. Ele é o incubador para a expansão criativa. Nós sempre dizemos que se vocês tivessem de criar conscientemente todos os detalhes de seu coletivo, vocês precisariam criar o sentido dos pés, a colocação de um em frente do outro e os detalhes da Terra sob eles. O coletivo serve para criar a estrutura para sua criação. Esse sentido coletivo se expande enquanto a compreensão da consciência criativa se expande, juntamente com as linhas da criação científica e/ou espiritual. O pensamento é uma expansão integrativa no sistema coletivo de consciência.

Todavia, o que ocorre é um processo que supera em crescimento certos sistemas de crenças. Quando vocês são crianças podem acreditar que nunca escolherão mudar-se do ninho familiar. E de repente, vocês mal podem esperar para começar uma nova estrutura, para começar uma nova vida por vocês mesmos. Da mesma forma, a humanidade está superando as estruturas de pensamento que foram chamadas de realidade.

Quando o cultural coletivo começa a despertar do foco tridimensional para as primeiras agitações da quarta dimensão, o nível de inquietação e de insatisfação aumenta. Aqueles que estiveram criando na periferia dos processos de pensamento coletivo encontram-se tendo sentimentos cada vez maiores de dissociação da corrente principal do coletivo cultural, e agora buscam um ponto de vista alternativo. Essa alternativa é uma perspectiva na qual o eu de quarta dimensão dá nascimento ao eu além da perspectiva linear.

Muitos sistemas de pensamento coletivo de padrão tridimensional não mais servem à vasta maioria de seres que estão se tornando cônscios da natureza expansiva do pensamento/criação. A urgência de criar aquilo que satisfaz o eu em vez de aceitar as crenças dos outros, é uma mudança primária no padrão criativo. Esse sentido marca a mudança de um processo criativo mais expansivo. Conforme essa mudança se expande, o coletivo de massa sofre um impacto vibracional. A comunicação vibracional com essa essência multidimensional eleva a compreensão coletiva em todos os níveis de seu ser, literalmente expandindo seu potencial. Quando isso ocorre existe com freqüência muita dissipação social, quando vários aspectos criam tons que ressoam com seus próprios caminhos escolhidos.

LIBERDADE E EXPANSÃO

Quando o eu movimenta sua estrutura criativa para fora do pensamento coletivo, haverá um sentimento de separação daquilo que sustenta o eu. Inicialmente vocês experimentaram um sentimento de frescor e elevação, de chegar a si em um sentimento de verdadeiro cuidado inato. Dentro desse foco, uma nova estrutura precisa ser criada para sustentar esse sentimento de cuidado. Mas, tal como os sentimentos misturados, com os quais uma criança deixa o lar familiar, pode talvez haver um vago sentido de perda ligado a esse sentido de liberdade. O sentido de liberdade pode trazer consigo uma ressonância de perda, que pode imprimir um vago temor de que, ao alinhar-se com uma perspectiva alternativa, o familiar foi perdido. Esse sentimento de liberdade inclui assim um sentimento de perda.
A liberdade está intrinsecamente relacionada com a união do primeiro e do sétimo chakras. Isso muitas vezes é chamado de fundamento é a segurança e o alinhamento com a confiança da Fonte no coletivo físico. Esse alinhamento é um que exige confiança de que serão servidos de uma forma que seja para seu maior bem. Escolhas pré-originadas nos primeiros anos de vida criam uma fissura no sentimento de confiança, mas essa é a dinâmica através da qual vocês escolheram criar.

Os problemas relacionados à liberdade são um coletivo tão numeroso e vasto quanto as estrelas do céu. O sentimento de liberdade, ao ter impacto sobre o pensamento e o corpo sensível, cria uma fissura, a não ser que vocês estejam alinhados à mesma estrutura de antes. A criação tridimensional é por natureza um isolante do eu em relação à totalidade do eterno ser, e um focalizador – assim ele cria um tom de certo constrangimento. Na 3D vocês mudam seu foco da vastidão da eternidade para o drama humano. Concentrar-se em um único aspecto exige que se apague ao foco em outros aspectos, a fim de se concentrar em uma área. Isso é a criação em um caminho particular. Inerente a esse processo há um tom de sentimento de se comprometer com a vastidão do infinito. O drama encarnacional do pensamento coletivo através do qual muitos criam, tem um tom de sentimento de familiaridade, embora nem sempre do lar. Lar tem ressonância com o todo do eu-Deus.

Quando a liberdade é um sentido objetivo, sua energia atua em um padrão responsivo (que responde). Quando o senso de liberdade é exteriorizado, ele é sempre ilusório. Em outras palavras, ele pode ser unido a um sentimento-pensamento de um ser. A liberdade, então, leva consigo um sentimento de ter de se liberar daquilo que mantém alguém cativo. Este é o coletivo através do qual muitos militares e policiais trabalham seu padrão de energia. Quando a mídia divulga essa estrutura para as massas, os seres que ressoam com essa estrutura assumem esse padrão como reforço de suas crenças. Os seres que ressoam com liberdade com uma massa expansiva como processo de pensamento, criarão dentro dessa estrutura. O aspecto medo da liberdade pode então atuar em padrões de poluição, superpopulação, prejudicando os outros e os "terríveis" que moram "lá".

Precisamos deixar claro que não julgamos nem culpamos os seres por suas crenças. O coletivo de estruturas de crença abrange possibilidades expansivas, que são a matéria de criações maiores. Para nós esse coletivo simplesmente é. Nós o observamos e vemos como ele forma as estruturas do drama encarnacional. Só intervimos e revelamos o padrão quando um ser não se sente satisfeito com sua criação e resolve mudar de foco.
Se vocês estiverem planejando ir ao cinema, um filme não é melhor do que o outro; é puramente subjetivo, e todas as escolhas são simplesmente isso: escolhas. Quando um companheiro diz que vocês são inferiores por escolher tal filme, vocês podem rir de sua opinião e podem ou fazer uma concessão (aceitar) ou então ir ao filme de sua escolha. Mas se vocês fizerem continuamente concessões, podem esquecer-se de que têm uma escolha. Se isso for conveniente para vocês, então continuarão a fazer concessões. Seu coletivo é assim. Muitos seres esqueceram-se de que podem escolher criar além das expectativas e crenças dos outros seres. Por exemplo, o pensamento coletivo de saúde e prosperidade é um daqueles vastos sistemas através dos quais muitos têm dificuldade de ver.

Vocês aprenderam qual é seu papel. O aspecto do padrão parental diz que vocês são isso ou aquilo. Sua tendência é criar dentro daquelas limitações, a não ser quando o sentimento quântico de criação está presente. Vocês podem ter escolhido o papel de pais como base para criações mais expansivas. A voz da auto-paternidade pode dizer: "Você tem algum senso de sucesso, porém não mais do que eu. Não se rebaixe, você deve ter orgulho." Isso cria sentimentos de falsa elevação e de diminuição do eu. Se vocês mantiverem o papel do eu acima ou abaixo do de outro, não estarão servindo ao eu e nem ao outro. Se mantiverem o eu acima ou abaixo do coletivo, ainda não estarão servindo ao eu. Vocês estão separando o eu através de uma criação de medo e não de realização, o que pode ser a resposta à paternidade em torno de vocês e não a criação de uma ressonância a partir de seu interior. Esse desejo de ser diferente é uma resposta de medo aos estímulos externos, mais de que uma ressonância que vem de dentro do eu.

CRIAR ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO

Criar através da realização é um processo natural de auto-momentum. Ele é tão realizador que é difícil mudar para outro processo. Muitas vezes ele é um tanto arriscado ou assustador, como se vocês estivessem se atirando no vácuo. Ele lhes dá um sentimento de alegria; é como se estivessem voltando para casa. Ele irá criar uma alimentação que vem de dentro, da fonte de seu ser. É voltar para casa para o amor de seu eu-Fonte. Vocês se alegram em criar a partir de dentro o senso externo de sua estrutura.

A partir do ato criativo da escolha, existe uma aquisição criativa apropriada de posses que traz o momentum da criação íntima (interior) para ao exterior. Existe também uma frenética busca exterior por posses, para preencher o senso de vazio, de falta. Quando olharem para seus desejos, façam-no com o senso interior: "Isto está servindo a meu ser maior? Se estou escolhendo isto para meu próprio senso de liberdade e alegria, então há muito a ser ganho nesse processo de criar isto em meu estilo de vida. Se estou criando isto porque sinto falta, sua aquisição criará mais falta em minha maneira de sentir."

Nós dizemos isso não porque vocês não devem desejar, mas se vocês perceberem o sentimento sob o desejo, terão uma medida para sentir sua criação. Então vocês também começarão a sentir como é sentir prosperidade. Se sua prosperidade estiver alinhada com o medo, quando vocês abordarem a prosperidade fora do coletivo, medos podem ser disparados. Esse medo os mantém retornando para o coletivo em busca de segurança e é muitas vezes reforçado pelos outros: "Você não pode se manter, fazendo isso. Você vai morrer de fome."

É importante sentir com o que se parece sua prosperidade. É ter muitas posses? É um monte de dólares? Ou é um sentimento de conforto e liberdade, entrelaçado com realização?

PROSPERIDADE EXTERIOR

Se seu senso de prosperidade parece exterior, então a prosperidade para vocês está entrelaçada com o sentimento de liberdade/servidão. A Fonte está dentro. Saibam que a prosperidade/plenitude que vocês buscam externamente é o fluxo constante de Deus-Fonte interior. E a maneira mais direta de alcançar aquele fluxo eterno é através do conhecimento e da fé que existem ali. Toda a validação externa que vocês criaram e que reforça sua falta de sentir-se seguros, é a construção da estrutura da personalidade através da qual vocês criam. É a dinâmica que vocês escolheram para criar através dela! Quando seu intento é estar satisfeitos, ele envia um campo que alinha as dinâmicas necessárias para que aquele processo chegue à fruição. Se a dúvida entrar, repitam para si mesmos as palavras, juntamente com o tom do sentimento: "Está tudo bem." Isso muda seu processo de pensamento dentro da estrutura de satisfação. Parece simples, mas esta é a base da criação consciente dentro de sua estrutura.

Aquilo que aconteceu (freqüentemente nos primeiros anos) que "provou" que vocês não estavam seguros, foi não obstante a dinâmica através da qual vocês viriam a criar. Todos aqueles seres que os "fizeram de vítima", desempenharam o drama através do qual vocês escolheram criar! Compreendemos que isso é difícil de ouvir, para alguns. Vocês mantiveram esses papéis lá no alto, no altar sacrificial do eu. O Eu Sou/ Nós Somos está clamando para ser ouvido por debaixo das camadas de papéis de vítimas que vocês criaram com a ajuda dos outros, em seu drama. Saúdem os outros seres em seu trabalho e deixem que eles se vão. Saúdem o eu em seu trabalho e joguem aqueles papéis no fogo do altar, observando-os queimarem-se na chama eterna de seu Eu-Fonte.

Quando vocês se movimentarem pelos momentos de seu dia e encontrarem sentimentos de resistência, dor física e emocional, medo, raiva, e tudo aquilo que não os faça ficar alegres, joguem esses sentimentos não tão agradáveis sobre o fogo do altar. Então deixem que a luz da Fonte os abasteça. Deixem que o eu sinta essa luz vir no alto de sua cabeça, ir para a Terra passando através de seu corpo e retornar, abastecendo-os com o equilíbrio da essência vibracional da Terra e da Fonte. Sintam o campo eletromagnético que envolve seu corpo com a eterna luz de seu Eu-Deus. Ao realizarem este exercício, vocês começarão a sentir o peso sendo afastado de seus momentos.

São os sentimentos que vocês devem jogar no fogo, e não as circunstâncias e pensamentos de outras pessoas. São seus sentimentos que alteram as circunstâncias e os relacionamentos. Não é o seu trabalho e nem outra pessoa que criam os sentimentos. Os sentimentos são sua própria resposta tonal para os papéis/crenças que vocês mantêm e através dos quais criam. Seu desconforto os alerta de que a maneira de vocês criarem é insatisfatória. É sua essência vibracional, ressonando em uma freqüência de maior realização, que os está chamando através dos papéis /crenças que vocês estão mantendo e através dos quais estão criando. Se o pára-brisa de seu carro estiver estilhaçado, sua visão da estrada será alterada. Vocês podem até aprender a ignorá-lo, mas isso afetará sua percepção. Vocês são o seu papel tanto quanto aquela cadeira no canto da sala. Ele faz parte de sua criação, mas não é quem vocês são.

Não existe nem um pedacinho da prosperidade/posses que vocês buscam, que esteja fora do eu. Fora de vocês existe apenas mais da matéria interior. Assim sendo, Deus-essência é a única coisa dentro ou fora do eu. Sua percepção muda a maneira pela qual o exterior olha para vocês através de seu processo de pensamento. Aquela cadeira no canto é a ressonância de como vocês percebem o eu dentro da estrutura do exterior e do interior. O carro na estrada pode também refletir como vocês percebem o eu na estrutura. Está na hora de um carro novo? Ou está na hora de uma nova estrutura? A qualidade de sua expectativa não está no carro que vocês dirigem, mas em seu senso de liberdade dentro do veículo (eu).



TOCANDO NO ETERNO FLUXO DA PROSPERIDADE

Quando vocês tentam fazer sua estrutura externamente, estão virando-a ao contrário. Quando perceberem que o fluxo cria liberdade e não o contrário, começarão a reconhecer que o fluxo é eterno. Se pensam que podem estancar esse fluxo, isso é como ficar parado nos trilhos e tentar fazer parar um trem em movimento. Vocês serão atropelados. Se acham que podem agarrar um pedaço desse trem enquanto ele passa por vocês em movimento, e guardá-lo para si, vocês estão enganados. E se acham que o pedaço de metal quebrado do trem do eterno fluxo de prosperidade é liberdade, ele não é. Se pensam que podem segurar um pouco de liberdade escondendo-a, vocês não podem. O fluxo continua.

Vocês não precisam ficar imaginando como entrar no trem em movimento do eterno fluxo. Elevem sua vibração através da confiança. A confiança é o que serve para vocês. Ela acelera seu passo até que vocês e o trem estejam se movimentando e ressoando na mesma freqüência. Esse é o fluxo da essência universal, que é a fonte de toda realização e prosperidade. Toda a lógica do mundo traz vocês de volta à carência. A confiança é que libera. Saibam que sua satisfação virá da Fonte e somente da Fonte.

A prosperidade é a essência que vocês são, o eterno fluxo do trem que nunca pára. Quando vocês temem ou questionam sua validade, ela bloqueia aquele fluxo de luz no alto de sua cabeça e vocês se esquecem de que são eternos.

Ela interrompe o foco de sua intenção de estarem alinhados com o verdadeiro cuidado (alimentação) e com a prosperidade da Fonte. Joguem o medo no fogo do altar e deixem que ele se transforme. Quando vocês tiverem mudado essa estrutura muito básica em todos os seus momentos, estarão alinhados com Eu-Fonte. Sua criação é multidimensional. Sua alegria e satisfação estão no eterno agora.

As religiões falaram muito sobre fé e confiança, mas muitas vezes elas colocaram os seres no caminho de sentir a Fonte como sendo externa (exterior a eles). A Fonte é o processo interior de conexão com a eterna essência de seu ser. Quando a Fonte é sentida como sendo externa, o processo de querer mais entra em jogo. O tom de querer "mais", no nível do sentimento, é o de que não há o suficiente. Por sentir a Fonte como externa, é que os seres sentem a necessidade de buscar validação e indagação. Quando vocês perceberem que a Fonte é um processo interno e externo de desdobramento, o desejo de adquirir irá tornar-se um senso de alinhamento com a plenitude e a prosperidade. A plenitude, a satisfação e a prosperidade são. Vocês simplesmente elevam seu senso vibracional para alinhar-se com essa dinâmica, que é eterna.

Quando há medo e raiva no processo, a paixão é alimentada de uma forma que pode não servir para vocês se sustentarem. Uma posição defensiva pode provocar uma percepção reflexiva de algo externo, em vez de simplesmente liberá-lo. Quando vocês externam o medo, a raiva e a paixão evocam a resistência dentro do coletivo, reforçando o laço de criação vítima/agressor/salvador. Percebam que a lógica coletiva reside dentro do eu, entrelaçada com a liberdade. O coletivo dentro do eu, cheio de contradições do tipo "o que deveria ser" e "e se...", luta pela dominação.

Se a liberdade é igualada a um senso exterior de prosperidade, ela também compartilha sua "casa" com o medo da perda. Medo e perda residem na mesma estrutura que a liberdade. Um pouco de liberdade é combinada com um pouco de perda, assim o eu aprendeu a proteger a liberdade e a viver com a perda, e o tom do sentimento de liberdade cria um tom igual de perda. O sentimento de perda acompanha a liberdade e abafa o sentimento de liberdade. Quando a perda está associada à liberdade, o eu se movimenta em direção ao sentimento tridimensional, e não em direção ao sentimento de confiança de que está tudo bem.

SEGURANÇA E CONSTRANGIMENTO X ESTÁ TUDO BEM

A criação é multidimensional. O passado e o futuro, assim como todas as maneiras de potenciais são criados simultaneamente. O aspecto medo do eu talvez escolha criar a essência vibracional do constrangimento doloroso que mantém o eu ressonando em um paradigma de terceira dimensão. Isso pode ser muito doloroso em si, mas é um padrão familiar com o qual o eu ressoa. Padrões de lógica criam uma estrutura distorcida, na qual a segurança diz respeito a constrangimento. Quando o desejo de liberdade e prosperidade se eleva, o medo pode surgir também. O senso de alinhamento com o que é desejado diminui. O eu consciente pode voltar para um antigo padrão em vez de experimentar um senso de perda. Há a escolha de ou voltar para o antigo laço, ou conscientemente transformar o sentimento de medo pelo pensamento de que Está tudo bem. Esse pensamento muda a construção vibracional no campo eletromagnético de seu ser. "Está tudo bem" é entregar o controle a Eu-Deus. Eu-Deus é o alinhamento com o intento da alma. A intenção da alma é sempre alinhada com a eterna fonte de toda satisfação e prosperidade. É realmente simples.

Quando surge um sentimento de desconforto, mude o foco para Está tudo bem. Isso se alinha com o desejo verdadeiro. A escolha de acompanhar essa entrega do controle traz para o eu consciente escolhas nas quais não se pensara antes. Façam as escolhas que pareçam boas e expansivas. Isso reestrutura o processo de prosperidade e liberdade. As escolhas com as quais vocês se alinham são as que evocam em vocês um expansivo despertar do eu. Vocês começarão a perceber que pensamentos de abertura (aceitação) e excitação trazem para sua estrutura novas possibilidades de prosperidade e satisfação (realização). Manter o tom do Está tudo bem faz com que a expansão de possibilidade se torne probabilidade.


A CRIAÇÃO NA TERCEIRA E NA QUARTA DIMENSÕES

A formulação deste pensamento em seu foro dimensional os muda rapidamente para a essência da quarta dimensão. Na quarta dimensão a forma é expansividade fluida e a criação é exatamente tão física quanto na terceira, embora não tenha o seqüenciamento disruptivo dos padrões da terceira dimensão. A criação na quarta dimensão é fácil; ela flui na forma, sua criação é iluminada pelo intento. O trabalho é feito pelo alinhamento multidimensional do intento, que alinha e ativa tanto o físico como o não físico.

A criação na terceira dimensão precisa trabalhar com padrões estabelecidos de crença linear. Dessa forma ela abrange tudo o que é querido e o que não é querido. O padrão da criação na terceira dimensão é reflexivo; ela inclui as dinâmicas de dualidade. Essa forma de criação é vista como densa porque inclui seu oposto. A formulação da criação ressoa em círculos, evitando o que não é querido, em vez de acessar diretamente o que é querido.

A criação quadridimensional é iluminada pelo intento para criar e pela crença de que a criação é isso. Assim, a criação se torna expansiva, em vez de reflexiva. A densidade do processo é diminuída. Sem um pensamento opositor para ir contra a criação, o processo torna-se irrestrito e multifacetado. A dinâmica criativa torna-se expansiva, ativando probabilidades multidimensionais pelo intento para o sucesso, sem nenhum foco determinado de criação.

Algumas pessoas são subjugadas pela simplicidade disso. Elas ficam procurando a mensagem escondida, mas não existe uma. Na experiência infantil, o sentimento é de constrangimento. Vocês vêm dessa grande expansão de seu eu-alma para esta vida, que é cheia de novidades. Vocês se esquecem de quem são. Começam a aprender como todos os outros fazem isso, aceitando as crenças da terceira dimensão. (Todavia, isso está mudando.) O processo paralelo de discernimento parece-se com "existe esta maneira e seu oposto; escolherei uma ou outra." Suas escolhas com freqüência refletem a estrutura parental, e o senso de limitação os oprime. Essa é a terceira dimensão. Os seres aprenderam a trabalhar com a energia retirando-a dos outros. Mas, seu Eu-Deus é a única fonte de energia. O amor é a única fonte de energia que alimenta e cuida.
A prosperidade é um processo interior de desistir do desejo de controlar as circunstâncias externas, permitindo que a totalidade da Fonte ressoe no foco de seu ser. É saber nesse momento que se está alinhado com seu próprio Eu-Deus. Deus Eu Sou é a ressonância na qual o eu dimensional alinha-se com Eu-Deus em um colóquio de intento.

EM DIREÇÃO DA PROSPERIDADE INTERIOR EM UMA ESTRUTURA 4D

O foro dimensional está agora sendo re-focalizado e re-trabalhado. A terceira dimensão cria um padrão que se mantém dentro do pensamento coletivo até que a vibração seja elevada. O movimento do coletivo de massa continua com seus mecanismos de respostas reflexivas até que o indivíduo se movimente para além desse ciclo de energia. Quando o indivíduo sente que o padrão não facilita o crescimento, seus corpos emocionais e mentais começam a ressoar em um padrão compatível que sustenta a mudança. Nesse novo padrão não poderá mais ressoar no passado. Mas precisa-se ter um senso do eu enquanto criador antes que o despertar do coletivo possa mudar-se para a estrutura quarto-dimensional de criação.

O nível de percepção e o grau ao qual vocês se sentem presos ao coletivo, é o grau ao qual vocês se sentem limitados por seu senso de realidade. Isso dispara uma resposta adicional ao senso terceiro-dimensional, possivelmente aumentando seu senso de desamparo e de vitimização. O foco de resposta então muda do pensamento coletivo para um sentimento do eu enquanto fora do sistema coletivo. É esta a dinâmica com a qual muitos de vocês estão ressonando. Sentir a partir de várias percepções de dimensionalidade pode muito bem aumentar o desejo de se movimentar para fora da percepção coletiva.

Mudar seu foco para o sentimento interior inato é uma mudança marcante no sentido do eu; uma expansão da consciência vibracional ocorre dentro dessa estrutura. Aqueles que continuam a ressoar na percepção da auto-satisfação, mas não mudam seu foco para seu sentido interior inato, encontram padrões auto-criados de hostilidade e confrontação. Quando isso ocorre, aqueles que não criam conscientemente a partir da escolha podem ser varridos para padrões coletivos de resposta como vítima, agressor e salvador. Todos esses três dramas são aspectos do mesmo padrão, e são expressos em um drama mutável até que o padrão seja sentido. A exploração interior dos caminhos pessoais para a integração, bem como um claro senso de suas escolhas, os liberará desse padrão.

É a partir da criação pessoal que a consciência se alinha com seu potencial criativo. E é através da experiência de separação dos processos de pensamento coletivo que o eu encontra a conexão pessoal com a Fonte e com a essência do ser. Todavia, é dentro dessa conexão que está o potencial para o sentimento de separação e perda. No eu dimensional, ocorre um senso de perda primário quando a consciência sente a traumática separação do todo durante o nascimento.

A ILUSÃO ESTABELECIDA PELA EXPERIÊNCIA ANTERIOR AO NASCIMENTO

O nascimento traz um sentimento de separação da Fonte, quando o ser percebe seu nascimento a partir de um senso dimensional. O senso de completude do ser sente-se comprometido quando certos aspectos são focalizados na matriz da personalidade e outros aspectos são minimizados. Certas tendências são escolhidas em detrimento de outras como um caminho para a auto-expressão na experiência dimensional. O ser sente-se separado da matriz da família anímica e partes do eu sentem que faltam, enquanto o foco muda do todo da família anímica para os aspectos da criação que vocês chamam de eu. Um sentimento de perda ocorre quando o senso expansivo da força vital é fragmentado e a personalidade e o coletivo fundem-se no foco terceiro-dimensional.

Muitos seres entram na estrutura dimensional para elevar suas vibrações de pensamento. Esses seres talvez se encontrem banidos de um coletivo que não os serve. Esse sentimento de dissociação dispara uma introspeção que liga sua essência criativa. Suas experiências físicas talvez tragam grande dor emocional e separação da Fonte alimentadora, pois o coletivo não mais serve para o maior conhecimento desses seres.

Sente-se literalmente que não se pertence, e não se sabe como dar o salto quântico em direção ao pertencer. Certamente, o salto para o coletivo seria de constrangimento em vez de satisfação; pareceria um salto quântico para trás. Nesse tom de sentimento existe um senso de ser um forasteiro, um sentimento que mistura conforto e tristeza.

Na extensão de seu foco para além do senso coletivo, existe um sentimento de mudar daquilo que é conhecido. A tendência é de segurança, da qual se desistiu em favor desta missão para se reunir ao verdadeiro eu. Esse é o mito da busca. A busca diz respeito a desistir-se do que se apresenta como familiar – lar e família – para encontrar a verdade superior.

Quando vieram para esse drama encarnacional com uma missão de criar conscientemente, vocês, simbólica e emocionalmente desistiram de seu lar anímico e de sua família anímica para embarcar em uma nova criação através da personalidade que vocês chamam de eu. À medida que continuam, vai-se criando um senso de segurança. Para viajar de um lugar sensório/emocional para outro sem serem apanhados na ilusão tridimensional de limitação linear densa, vocês muitas vezes sentem que precisam ficar desapegados das maneiras do mundo, ou das limitações nesse sentido.

A segurança no processo tridimensional é representada pelo ganho material e pela energia monetária. Muitas entidades que se dedicaram a não se perder no drama, fizeram isso a partir do sentimento de que é preciso desistir do dinheiro e dos bens materiais. Existe um sentimento interior de que é preciso não se perder na ilusão do drama da terceira dimensão. Essa memória vem do estado anterior ao nascimento. Alguns sentem que o alinhamento com o eu dimensional precisa ser sacrificado a fim de permanecerem alinhados com um verdadeiro senso do eu. Dessa forma a sobrevivência estaria ligada ao permanecer livre do processo tridimensional. Nesse sentido existe uma dicotomia que opõe dinheiro e segurança na terceira dimensão.

A experiência de pré-nascimento conecta o senso de segurança com liberdade. Mas entre os muitos seres que fazem esse trabalho de cura terrestre, a carência e a liberdade estão ligadas como uma memória sentida. Essa é uma ilusão destinada a mantê-los despertos quanto a seu eu interior, mas também é a que os mantém na crença emocional de que a pobreza é o caminho para evitar ficar perdido na ilusão. Isso não é assim. A criação é uma resposta fluida a sua vibração de pensamento.

SUA ESCOLHA BÁSICA DE PRÉ-NASCIMENTO: O EU SOU PARA SER EXPERIENCIADO COMO NÓS SOMOS/DEUS EU SOU

A escolha de pré-nascimento de perceber o eu como o criador primário do drama é a memória sentida que vocês precisam ativar. Muito cedo, seu eu escolheu realizar a criação como um processo consciente. É por isso que vocês vieram para uma fundação densa para a criação. Vocês vieram para conscientemente sentir a alegria em toda a criação, a alegria de um criador. Vieram para conscientemente conhecer a alegria como fonte criadora. Vieram para observar o eu mover-se através da densidade e ativar o processo criador.

"Eu conhecerei o Eu-Fonte além (acima, fora) de todos os outros." O eu talvez sinta que para realizar isso, vocês precisam manter o eu à parte de todos os outros. O processo de incubação envolvido permite-lhes a introspeção.

Se vocês abrirem sua consciência para o eu e todos os outros, vocês literalmente se alinharão com a Fonte para verem a si mesmos da perspectiva dos outros. Quando isso ocorre, vocês emergem como um sensitivo com consciência do eu e outros de um sentimento maior, separado. Existe o Eu Sou e os outros. Existe o Eu Sou através da perspectiva dos outros. E existe o Nós Somos, a forma de eu inclusivo da Fonte.

Esse é o terceiro sentido do eu, aquele da perspectiva do Eu-Fonte – a reunião com a perspectiva de pré-nascimento do eu como um ser inteiro. Como o sentido de Nós Somos ocorre em alinhamento com a dimensão terrestre, vocês podem começar a perceber que a criação na perspectiva dimensional é um fluxo de luz líquida de uma pura fonte de criação – a essência da alma Deus/Fonte. Vocês então podem sentir o eu como parte do fluxo da criação. Quando vocês sentirem o eu como uma ilimitada criação de puro intento, vocês começarão a perceber que a essência de seu ser faz parte desse fluxo puro, que o fluxo é quem vocês são, além dos traços de personalidade dimensional aos quais vocês tanto se apegam. Então vocês sentirão o eu como eterno. Assim, a abundância não é algo que vocês devem buscar, mas sim algo que vocês permitem a partir da perspectiva de seu Deus/Fonte. Deus Eu Sou é o sentido libertador de que sua Fonte é realmente o que vocês são, expressa em todo a sua existência.

Muitos de vocês talvez não sintam o eu como ressoando com o fluxo de luz líquida que compõe sua essência. A luz líquida é a essência de suas células e de seu campo magnético, o dinâmico fluxo de energia que se conforma com seu processo de pensamento. A partir dessa perspectiva, vocês sabem que a abundância e a saúde são seus estados de ser naturais. Seu intento é o único foro de potencial que ativa a criação.


MEDITAÇÃO

Fechem os olhos ou então mudem seu foco para o interior. Sintam cada célula de seu corpo como um minúsculo universo com um sol em seu núcleo. Dentro de cada célula existe um sistema de luz e de fluidez energizada que gera espectros de cor, que se irradiam para o campo magnético fora da membrana celular. Sintam que milhões de células estão todas gerando cor simultaneamente.

Agora sintam seu coração como um gerador solar que irradia energia líquida e sintam sua união com todas as células de seu corpo. Imaginem a inteligência infinita de cada célula em um processo coesivo com seu coração, cérebro e todos os órgãos vitais. Sintam a tremenda energia sendo gerada através das atividades de todas as suas células e órgãos vitais. Sintam a tremenda colaboração e o colóquio desses sistemas, todos gerando um tom vibracional que ativa a essência líquida do corpo físico. Sintam a luz gerada como um movimento líquido de essência celular e pensamento, movimentando-se em torno do corpo e através dele, e no campo de energia que rodeia seu corpo.

Por um momento, imaginem a essência de cor vibracional que você sentem quando experimentam a totalidade da Fonte de toda vida movimentando-se livremente dentro dessa luz líquida. A Fonte está elevando o foco vibracional para incluir tudo o que é alegre e satisfatório. Sintam as cores e a exuberância desse sentimento. Saibam agora que a Terra e todo o universo são apenas a essência da luz líquida, movimentando-se dentro de toda fisicalidade e através dela.
Sintam a freqüência e a fluidez daquela liberdade na qual todas as coisas são possíveis – a ressonância de liberdade de um senso integrado do ser. Sintam a totalidade (a inteireza) daquela essência irradiante.

Concentrem-se em um senso de superioridade do ser enquanto movimentam a luz em torno de seu corpo, abastecendo seu campo com beleza e conexão com a Fonte. Sintam a expansão e o poder enquanto conscientemente permitem que a luz líquida circule dentro e em torno de vocês.
Sintam agora a eterna e brilhante luz da Fonte penetrando através do alto de sua cabeça e na luz líquida de seu ser, elevando sua vibração. No momento dessa sensação, olhem para seu maior conhecimento da verdadeira criação e poder de Deus-essência. Façam com que o fluxo daquela luz líquida seja quem vocês realmente são. Sintam a superioridade daquele verdadeiro eu.
Respirem profundamente a superioridade (o domínio) de seu ser fluindo na essência de Deus/Fonte. Digam em voz alta: "Deus Eu Sou na natureza e na essência de meu ser." Repitam isso para si mesmos para alinhar os processos das essências da terceira, quarta e quinta dimensões.

Saibam interiormente que todas as coisas são possíveis. Façam com que o ser seja alinhado com o fluxo abundante que é quem vocês realmente são.

Ao aspirarem profundamente a superioridade de sua essência, reconheçam a poderosa ativação de todas as suas células e do campo que envolve seu corpo. Digam para si mesmos em voz alta: Todos os meus pensamentos e sentimentos estão alinhados a Deus/Fonte através deste eu dimensional de modo que eu possa ser um com a alegria, a prosperidade e a satisfação sobre a Terra. Ao criar os momentos de meu ser com alegria, abundância e prosperidade, eu chamo o universo para ajudar-me nesta escolha. Estamos todos criando juntos na estrutura da Terra a essência de nossa escolha para abundância, a prosperidade e a alegria. Os momentos se abrem para novas oportunidades, e a excitação de meus momentos abraça todos os meus pensamentos e sentimentos para sempre.

Quando vocês estão criando na perspectiva da terceira dimensão dentro de uma carreira ou dinâmica de trabalho, muitos de vocês sentem-se forçados a baixar sua vibração para ressoar dentro daquela estrutura. Mas, sem dúvida, vocês podem escolher receber a luz através do alto de sua cabeça e deixar que a luz se expanda em seu campo eletromagnético através dos poros de seu corpo. Quando olharem para outra pessoa, ativarão o reconhecimento consciente do eu-alma daquele ser.

Quando outra pessoa com a qual não gostariam de interagir se dirige a vocês, com freqüência vocês colocam uma parede. Isso cria uma resistência em seu campo de energia que ressoa como papel de vítima. Vocês então começam a despejar energia, e quando a outra entidade os atinge (encontra), vocês estabeleceram dominância de vontade. Vocês agora estão despejando sua energia para fora, através do padrão de resistência que estabeleceram.

Mas quando se lembram de seu Deus/Fonte, vocês mudam o foco de sua atenção para o processo de ilimitação. Existe uma ressonância nesse sentido que permite a mudança de ressonância da energia de ambos os seres. Vocês não estão mais desistindo de seu poder ou trocando energia como vítima, a partir do sentido limitado do eu. Em vez disso, vocês estão se engajando (se comprometendo) em um processo de troca no qual ambos são iguais. Vocês não mais olham para cima ou para baixo para outro ser, mas para a alma e Deus/essência daquele ser. Vocês descobrirão que quando se engajam dessa maneira, mudam a dinâmica de suas interações. Se o ser não estiver disposto a participar de uma troca eqüitativa, vocês descobrirão que aquele ser absolutamente não se engajará com vocês.

Ao honrarem Eu/Deus em todos os seres, vocês exponencialmente elevam a vibração do processo terceiro-dimensional. Assim, vocês mudam a dinâmica daquele aspecto do eu que ressoa na estrutura de vítima.

É essa dinâmica de resistência que os leva para dentro da estrutura tridimensional. Mas vocês podem escolher elevar a vibração de qualquer configuração ou energia por seu intento. Vocês têm um excelente sistema de orientação que está sempre com vocês, que ressoa com vocês em todos os seus momentos. Quando chamam seus guias, eles respondem a sua escolha de interagir com eles. É muitas vezes de um espaço de dor que vocês ativam a dinâmica de escolha de abrir-se para essa comunicação, mas seria mais confortável fazer isso a partir da introspeção e da compaixão por si mesmos, em vez de pela dor.

Fonte: www.thepeacefulplanet.com
Fonte da Alma, através de Bonnie Buckley Lewis
peplewis@aol.com
Domenico de Masi

Alinhar à direitaÓCIO CRIATIVO


O Ócio Criativo é título do livro do sociólogo italiano Domenico De Masi.

Neste texto o autor explora temas relativos ao que denominou Sociedade Pós-Industrial considerando, dentre outros, os seguintes aspectos do mundo atual:

  • Globalização Financeira utilizando as facilidades das telecomunicações modernas e criando desafios para a estabilidade sócio econômica das sociedades nas várias nações, sujeitas a fluxos volumosos e rápidos de capitais financeiros.
  • Desenvolvimento com baixa geração de emprego e renda, tratado em outro livro do autor Desenvolvimento sem trabalho, o que provoca desafios ao próprio Capitalismo por dificuldades de criação de demanda para o aumento do volume de produção de bens e serviços, sem uma correspondente distribuição de renda para criar os consumidores destes bens e serviços e sem o tratamento dos gargalos ecológicos que podem inviabilizar a própria existência da espécie humana.
  • Feminilização do mundo profissional gerando tensões nas relações entre os gêneros, educados para exercer determinados papéis que sofrem alterações mais rápidas do que as necessárias alterações de mentalidades para acomodar estas novas expectativas e frustrações de ambos os sexos.
  • Perda de utilidade das ideologias e crenças tradicionais como reguladoras das relações sociais, sem a substituição por novas construções mentais, emocionais e espirituais que apóiem as decisões e atos entre os indivíduos, que perdem referenciais tradicionais de comportamento e não encontram substitutos para estes referenciais não mais aplicáveis.
  • Dificuldades em integrar os sujeitos sociais emergentes nas relações estabelecidas entre os atores sociais tradicionais.

As mudanças acima geram uma profunda insatisfação, segundo o autor, derivada do modelo Ocidental muito focado na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. Como alternativa propõe um modelo centrado em outras premissas, tais como:

  • Estruturação das atividades humanas em uma combinação equilibrada de trabalho, estudo e lazer.
  • Valorização e enriquecimento do tempo livre, decorrente de alta disponibilidade financeira para alguns e redução do tempo demandado de trabalho para muitos.
  • Aperfeiçoar o processo de produção e distribuição da riqueza decorrente dos grandes aumentos de produtividade derivados dos rápidos, e em aceleração, avanços do conhecimento e criatividade humana.
  • Distribuição consciente do tempo, do trabalho, da riqueza, do saber e do poder, minimizando as fontes de conflitos entre pessoas e grupos.
  • Valorização das necessidades reais das pessoas educando os indivíduos e as sociedades para a importância das necessidades básicas, tais como a introspecção, o convívio, a amizade, o amor e as atividades lúdicas. Com isto ficariam em segundo plano as necessidades criadas pela propaganda e pela busca de status.

Links complementares: Outros links relacionados com a criatividade

A seguir veja também entrevista com Domenico de Masi - concedida ao jornalista Roberto D'Avilla - TV Cultura



Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4



INSPIRAR


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transformações geológicas


Há um número relativamente grande de profecias e relatos sobre grandes transformações que irão ocorrer no planeta Terra no "fim dos tempos". Muitas dessas falam em diversas alternativas e estas trarão conseqüências catastróficas para o nosso planeta como terremotos, inundações, cataclismos, dias de escuridão, o esfriamento do planeta, fome, pestes, etc... esta fase por qual a terra esta passando é chamada por muitos de Transição Planetária. Então vamos conhecer o que é a Transição planetária.






TRANSIÇÃO PLANETÁRIA


Transição planetária é o nome dado ao processo de transformações, pela qual o planeta Terra e todos os seres viventes passaremos pelos próximos anos. Nessa transição, ocorre uma transformação dimensional, ou seja, a passagem do planeta da terceira para a quarta dimensão, um estado no qual nossos corpos se tornam mais energia do que matéria. Isso se deve ao fato de que mais uma vez a Terra iniciou sua passagem pelo Cinturão de Fótons e gradativamente estamos avançando para uma interação mais intensa com essa nuvem de poeira cósmica.

Cinturão de Fótons é o nome dado a um gigantesco anel de radiação que fica à volta do grande Sol Central de nome Alcione, localizado na constelação das Plêiades, em torno do qual orbitam nosso sistema solar e todos os planetas que o acompanham.Essa procissão do nosso sistema solar em sentido anti-horário ao redor de Alcione, é um fenômeno cíclico. Para cada órbita completa em torno de Alcione, nosso sol, a lua e os planetas atuais mergulham por duas vezes nesse anel de micro partículas de radiação, uma vez para o norte e uma vez para o sul. Cada passagem destas pelo Cinturão de Fótons se dá a cada período de tempo de aproximadamente 12.400 anos.

Alcione

A Transição Planetária é um período oportuno e auspicioso para evolução, física, mental e espiritual, de todos aqueles que estiverem devidamente preparados para esta passagem, e poderá ser extremamente negativo e destrutivo para os que não se sintonizarem a uma consciência mais elevada. A humanidade está aprendendo uma lição importante nesta época, que é perceber a sua divindade, a sua ligação com o Criador Primordial e com tudo o que existe. A lição é perceber que todas as coisas estão interligadas e que todos fazem parte de tudo isso. O resultado desta transição planetária, será a vivência de um período completamente novo para a humanidade, onde reinará mais harmonia e amor entre os homens.



Será a entrada da humanidade na "Idade da Luz", o despertar da Consciência Crística.

Durante toda essa fase, não estaremos sós; existem em todo o universo inúmeras raças, culturas e sociedades de seres com consciência mais ampla, cuja principal missão é dar orientação, apoio e até mesmo proteção a todos os planetas em fase de transição da terceira para a quarta dimensão. O auxílio desses seres de luz, tem acontecido desde os primórdios da humanidade, através daqueles adequadamente preparados. Porém, com a entrada do planeta no Cinturão de Fótons, este apoio dos seres foi amplificado e se intensificará, de acordo com as necessidades.

Crop Circles 2008

Nossa missão nessa passagem é estarmos preparados, atentos e receptivos a essas emanações de amor e energias superiores provindas destas entidades de luz, e nos tornarmos conscientes de que somos canais de cooperação e suporte a estes seres, para que essa transição se torne mais suave e positiva para todos, reinserindo luz neste planeta e restituindo à Terra a seu propósito original - tornar-se um magnífico centro de troca de informação intergaláctico.


CINTURÃO DE FÓTONS

cinturão de fótons

O nosso sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. No início da década de 60, astrônomos detectaram pela primeira vez, através de satélites, que Alcione possui à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de todos os sistemas que giram em volta deste sol central. Este anel de poeira cósmica foi chamado de cinturão de fótons, representando um marco do início de uma expansão da consciência além da terceira dimensão. Desde o início da década de 70, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e recentemente a Terra começou a interagir com ele, e gradativamente está avançando sintonizando-nos com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione.



O QUE É CINTURÃO DE FÓTONS?

É uma nuvem de poeira cósmica, de micropartículas de carga totalmente positiva, desprendida do grande Sol central, denominada Alcione, que está situado nas Plêiades. Ela é conhecida como nuvem de fótons ou cinturão de fótons e quer dizer cinturão de luz, ou nuvem de luz. Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética. O cinturão de fótons tem uma dimensão imensa, por volta de 25000 vezes maior que a nossa galáxia.

Esta grandiosa nuvem de poeira cósmica desprendida do grande sol central praticamente não se movimenta, ficando parada enquanto o nosso e também outros sistemas solares caminham de encontro a ela, no sentido anti-horário. Imaginem o cinturão de fótons na forma de um imenso prato espalhado no cosmo. Imaginemos um ponto no lado A, à direita deste prato, e no lado esquerdo um ponto B.O período que o Sistema Solar gasta para ir de A a B é aproximadamente 12.400 anos, e outros 12.400 anos para voltar ao ponto A novamente.



Isto significa que são 24800 anos para que o Sistema Solar dê uma volta completa em torno dessa nuvem de fótons, e quando o Sistema Solar atinge um dos lados dessa nuvem de fótons, ocorrem várias mudanças em relação ao choque dessas micropartículas com outras partículas mais densas. Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons que cria uma excitação molecular, gerando um tipo de luz constante, permanente.

Estas transformações que já estão ocorrendo em nosso planeta e também em todos os seres nele viventes, exigem uma readaptação a novos parâmetros, uma preparação especial para realizarmos uma mudança dimensional, além de uma maior expansão de nossa consciência. Com isto, um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver os acontecimentos e fatos de outra forma.




QUE MUDANÇAS NO PLANO FÍSICO DECORRERÃO DA INFLUÊNCIA DO CINTURÃO DE FÓTONS?

As partículas deste gigantesco anel de fótons por serem totalmente positivas, alteram os prótons e elétrons de tudo aquilo que é matéria e que tem uma energia menor, inferior à energia desses fótons. Isso provoca um choque, que poderíamos denominar choque anti-matéria.



Uma transição, uma mutação decorrida deste choque de partículas, potencializa nossos prótons e elétrons transformando-os em pósitrons (antipartícula do elétron), como se fosse uma só molécula, totalmente potencializada. Um choque deste tipo com a matéria densa, ou melhor, inanimada, vai provocar alterações diversas; por exemplo, explosões do átomo dessas partículas densas, resultando em aumento de volume destas matérias, podendo provocar até rachaduras, deformações físicas, torções, explosões, etc.

Já o choque dessas partículas positivas nos seres vivos (homens, animais, insetos, etc.) que não estiverem na vibração compatível com elas, provocará praticamente a mesma reação que na matéria inanimada, ou seja, explosões nas células, nos átomos. Nos pontos onde os fótons atingem, moléculas e mais moléculas vão explodindo, provocando infecções e sérios danos físicos no metabolismo de cada ser vivo. Isto no homem significa doenças, hemorragias, tumores cerebrais, tumores cancerígenos, problemas cardíacos, mortes fulminantes, etc.

Então, de acordo com a densidade da matéria, ocorrerão vários danos. A pessoa com uma energia superior, isto é, com energia compatível, igual ou superior à dos fótons, não sofrerá nenhum prejuízo, nenhum dano físico de maneira negativa.Neste caso, o choque dessas partículas na nossa própria densidade, com os nossos prótons e elétrons, resultará em uma interação harmoniosa de nossos átomos com essas partículas positivas, e podemos nos beneficiar fisicamente, e até mesmo energeticamente, através da alteração mental.

O benefício físico que nós adquirimos com o choque vibratório seria mais imunização do corpo, alterações nas nossas glândulas, potencialização da nossa capacidade mental e física, facilitando o desprendimento da energia mental que atuaria nos objetos e a própria manipulação da energia interior em nosso próprio metabolismo, onde a imunização será de uma maneira muito mais ativa. Nós estaríamos muito mais resistentes às inflamações, infecções, ou a quaisquer outros problemas que venham prejudicar o nosso sistema físico ou nervoso.



QUAIS AS MUDANÇAS NO PLANO ESPIRITUAL, MENTAL E VIBRACIONAL

No plano espiritual, provoca uma ampliação no nosso campo energético, potencializando, isto é, alterando a sua espessura energética em uma intensidade de pelo menos 25 vezes maior do que no estado normal.

Em relação a energia mental, a potencialização da capacidade energética em nossa mente, facilita o controle de pensamentos, da emanação da energia, sua influência em todo o corpo, facilita fenômenos paranormais, tais como teletransporte, transmutação da matéria e até torção de objetos pelo poder da mente. Aumenta a resistência vital, com este acréscimo imenso na energia mental, de modo que, qualquer pensamento pode tomar uma forma na matéria. Isto quer dizer que a forma pensamento vai ter uma manifestação, vai se tornar realidade, com a interação dessa energia.

No plano vibracional, tudo se acelera, tudo é muito mais rápido. Até mesmo no nosso planeta, que já foi atingido por esses fótons, a velocidade do tempo é muito mais rápida. Hoje, mal amanhece o dia, já chega a noite. Está tudo muito mais acelerado, nossa vida, nossos pensamentos, nossas vontades e isso na energia vibracional.


placas tectônicas

QUANDO TEVE INÍCIO?

Esse processo é um fenômeno cíclico, que já aconteceu várias vezes desde o início do universo. As passagens através do cinturão de fótons provocam várias mudanças na estrutura geológica de todos os mundos densos e também no plano energético. Desde o início da formação de todo o cosmo, esse fenômeno acontece ciclicamente. E mais uma vez o Sistema Solar se aproxima do grande sol central. Os fenômenos geológicos, climáticos, também são totalmente alterados. Por exemplo, haverá movimento das placas tectônicas no interior da Terra.

Não só a Terra, mas outros planetas também serão atingidos, todos os planetas tridimensionais terão sua estrutura física alterada, além da alteração climática, mudando sua temperatura, ou para +positivo ou +negativo. Haverá muitas outras mudanças físicas, ativações de vulcões, muito desprendimento de gazes, que poderia provocar uma fenda que cortaria o planeta ao meio, ou que cortaria uma boa parte da crosta terrestre, provocando explosões de gazes no interior da Terra, derivado do petróleo e até mesmo a queima do próprio líquido.

A gravidade do nosso planeta irá diminuir por volta de um terço da gravidade atual. Isso significa que tudo aquilo que é matéria, inclusive nosso próprio corpo físico, terá uma redução de um terço no peso.



Atualmente, o sistema solar está 1/3 dentro da nuvem de fótons, sendo que os planetas mais distantes do sol já foram atingidos de maneira intensa. Cada micropartícula desta nuvem, é como se fosse 1/10 de um grão de areia, porém cada uma delas tem 1 bilhão de vezes a potência de um raio. O seu núcleo é 1 milhão de vezes mais potente que cada micropartícula.

Em novembro de 1998, o planeta Terra iniciou uma maior interação com essas micropartículas. No mês de março de 1999 a interação intensificou-se ainda mais com essa nuvem de fótons. E no mês de novembro e dezembro desse ano de 1999, o planeta já estará ¼ dentro dessa nuvem de fótons, um choque maior por volta de 2006, quando não só o planeta Terra, mas todo o sistema solar estará envolvido dentro dessa nuvem de fótons. Aí, sim, o período de transição se torna mais intenso e também os acontecimentos geológicos se darão com muito mais frequência, por exemplo, mudança na atmosfera climática, movimentos e elevação de placas tectônicas, terremotos, maremotos, explosões, etc.

chuva de meteoritos

Poderão ocorrer também explosões de alguns planetas, não só do sistema solar, como de outras galáxias. Por isso, a presença de vários meteoros e meteoritos caindo na Terra, vários cubos de gelo vindos do espaço e outros objetos caindo na nossa atmosfera, ou sendo também arremessados para fora da atmosfera terrestre pelas explosões que aqui ocorrerem.



PREPARANDO-SE PARA INTERAÇÃO COM A QUARTA DIMENSÃO

A interação dessa energia de uma maneira positiva, é conhecida como a radiação manásica, ou seja, a conscientização da energia crística. Essa potencialização é a mesma coisa que a aceleração do nosso DNA, para harmonização e imunização do corpo.

Na energia crística de transmutação, a pessoa não perde a sua matéria densa, ela se sutiliza e vai passar para uma dimensão superior, mais positiva.

Como nos preparar para não sofrermos esse choque de vibração, que pode resultar num processo negativo para nós?

Desenvolver a mente para que nossas ondas cerebrais se acelerem, que fiquem iguais ou superior a 17 ciclos por segundo ou 17 hertz. O ideal seria que todas as pessoas fizessem um eletroencefalograma, no mínimo, a cada 8 meses, para constatar se suas ondas cerebrais estão hiper ativas, ou seja, aceleradas além do beta normal, que é de no máximo 14 ciclos por segundo.


É preciso estar no mínimo a 17 ciclos por segundo para que se possa livrar das influências negativas dessas partículas, ou seja, transmutar a energia dessas micropartículas de uma maneira positiva, coordenando seus desejos e pensamentos para a realização deles, de modo que todo pensamento se materialize mais rapidamente.
Além disso, é necessário uma mudança de atitude, para a realização desta energia Crística.

Nosso planeta, nossos corpos e nossa consciência, todos devem atingir e ressoar numa frequência bem mais alta e intensa, para acomodar a consciência Crística. Todas as células de nossos corpos, todos os átomos serão rearranjados de modo que preparem nossos corpos atuais de densidade e mortalidade, num veículo de luz transformacional, capaz de facilitar esta Consciência. Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional e transmutar os miasmas, as influências deletérias a nós agregadas.

Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas, ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade. Estes miasmas serão intensamente ativados pelo cinturão de fótons. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos - psicológicos ou corporais - ajuda a liberar as energias bloqueadas em nossos organismos pela atuação destes miasmas.




MAS O QUE SIGNIFICA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA?

Todo este processo de mudanças, transformações e transmutações significa Transição Planetária, ou seja, nós passaríamos da fase de ação para a transição, uma interação maior, onde tudo aquilo que é matéria densa, compatível com os tais fótons sutiliza e potencializa a sua carga, passando para uma dimensão superior, que nós chamamos de 4a. dimensão por estarmos na 3ª dimensão.

O resultado dessa transição e desses acontecimentos para as pessoas que conseguirem superar e desenvolver uma potencialização e um melhor aproveitamento dessa energia transmutadora, será a transformação total do seu corpo, um corpo de mais energia do que matéria.



Assim permanecerá tanto no sistema solar, como em outros mundos paralelos, porque terão a interação na 4a. dimensão e com a maior facilidade poderão chegar até a 9a. dimensão. A pessoa que passa por este processo, passará a ter maior domínio sobre a matéria, podendo até atravessar uma parede sólida com facilidade.

Por outro lado, tudo aquilo que não está compatível, não vai conseguir a transmutação, será auto destruído, entrará em combustão e explodirá. Esta destruição ocorrerá, não só no plano denso, como também no espiritual, mental, físico e extra físico.

A transição planetária oferece uma nova conscientização à humanidade, que podemos chamar da entrada da humanidade na Nova Era, na Idade da Luz. Esse processo de conscientização da energia Crística é uma etapa que a humanidade urge em passar, para ampliar sua consciência e alcançar a tão esperada evolução superior.

Na atualidade, vemos que muitas pessoas ainda estão estacionadas no tempo, permanecendo violentas, egoístas e negando seu amor e respeito ao próximo, especialmente aos idosos, deixando-os abandonados, sem o menor carinho e proteção, sem a menor orientação do que fazer para se manterem protegidos.



Através de uma reeducação do nosso pensamento, reorientação do nosso modo de vida, mudanças de atitudes e comportamentos, tendo mais amor, respeito, tolerância para com o próximo e para conosco, todos temos condições de nos livrarmos dos efeitos negativos destes fótons, bastando um pouco de interesse e disposição para promover estas mudanças.




COMO REALIZAR ESTAS MUDANÇAS?
Através da prática regular de técnicas de aceleração mental, auto-estabilização dos chakras, desprendimento de energias negativas, armazenamento de energias vibracionais, entre outras, e, principalmente, através da busca do eu interior, da realização do Cristo Interno, o que nos possibilitará estados cada vez mais ampliados de consciência, permitindo-nos a convivência com os seres de luz, habitantes de dimensões mais elevadas.


QUANDO SERÁ A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

Existem períodos prováveis, especulações, mas nunca uma data exata para a transição planetária. Existem profecias, como as de Nostradamus; as sete profecias maia; além das profecias apocalípticas da bíblia. A maioria das fontes indicam para o final do 2012. Quanto a isso só podemos informar que, de fato, estamos num ano muito especial, 2009 será um marco para que nós efetivamente ampliemos a nossa consciência mas, ninguém sabe ainda e nem saberá, quando ocorrerão os momentos cruciais na transformação da humanidade.


Pedimos às pessoas muita atenção e cuidado quanto a isso, pois há gente que, por toda parte, anda indicando datas exatas, dia e hora marcados para os acontecimentos. Não acreditem. Nem mesmo os seres mais elevados são detentores dessa informação. A humanidade terá este conhecimento no momento certo, e ainda assim não será algo tão preciso e específico. Tudo ocorrerá de acordo com a preparação de toda a humanidade.



(Texto baseado no livro "Nostradamus historiador e profeta, de Jean-Charles de Fontbrune")
Fonte: Grupo de estudos transição planetária Cinturão de Fótons



Karma: A Lei do Retorno


por Bernardo de Gregorio


"Aprendei com os lírios do campo.
Vede como crescem;
E no entanto não trabalham
Nem tecem".

Lourenço Diaféria sobre Mateus; 5 e 6)


Antes de finalmente entrarmos na prática da Diafania, é imprenescindível que o leitor tenha uma boa noção daquilo que os hindus chamavam de ‘‘karma ‘‘ e suas manifestações, pois deve-se estar avisado dos riscos que envolvem o lidar com cristais e a responsabilidade que isto representa. Não me canso de repetir advertências como estas, porque já pude presenciar inúmeros maus usos e abusos dos cristais de quartzo, tornando-se esta uma questão também cármica, como entenderá o leitor no transcorrer deste capítulo. Na verdade, o karma não é propriamente parte do simbolismo dos cristais, mas é uma lei inexorável do universo (ou do inconsciente, como queiram), à qual tudo e todos estão submetidos e, sendo assim, seu conhecimento é fundamental para que se saiba aguardar conseqüências de cada ato humano, conseqüências estas também amplificadas pelos cristais.

Muitas vezes usa-se popularmente o termo ‘‘karma ‘‘, mas na verdade, são poucos os que depreendem o verdadeiro significado desta palavra. O karma é pois, uma lei do universo aplicável a todos os planos do existir humano, desde o físico matrial até o espiritual. Como karma se entende a lei do retorno que rege a relação entre todas as causas e as conseqüências por elas provocadas. Todos os eventos do universo são causados por outros que os precederam e, por outro lado, são causas de ainda outros que os sucederão. Cria-se assim, uma cadeia de causas gerando infinitamente efeitos em todo o universo. Em outras palavras: sempre há uma causa que gera determinado efeito, que por sua vez é causa de outro [1]. Algumas vezes, essa seqüência causal de fatos é bem clara: se, por exemplo, atiramos uma bola e ela bate contra uma parede, isto é efeito do movimento da bola e causa do desvio de sua rota.

Quando, no entanto, por outras vezes, as causas responsáveis por efeitos são de natureza sutil, a seqüência causal não fica tão clara assim: se, por exemplo, uma pessoa fica doente, isto não só é causado por um agente infeccioso, mas também por uma baixa nas defesas imunológicas de tal pessoa e por um fator próprio da natureza da pessoa em questão[2] Um desequilíbrio energético gerado em desarmonias entre seus corpos sutis é a causa dessa baixa na resistência. Sabe-se que o ‘‘stress ‘‘, físico ou psíquico, causa a liberação de hormônios corticais das glândulas supra-renais que, entre outros efeitos, geram um rebaixamento na imunidade corporal. É fácil de se observar que pessoas que atravessam uma crise psíquica qualquer adoecem com maior facilidade, ao passo que pessoas que se encontram bem psiquicamente têm saúde mais estável. Pode-se dizer então, que determinada doença foi causada por uma não adequação do ego de uma pessoa ao seu Self, ou que há uma disparidade entre o consciente e o inconsciente, ou ainda que, de maneira geral, a doença é efeito de um desarranjo em seus corpos sutis.



Causalidades podem ser ainda mais sutis e, sendo assim, são, logicamente, muito menos perceptíveis. Quando um determinado encontro ocorre entre duas pessoas, isto tem como causa, não só uma seqüência de eventos coincidentes, mas, como sabemos (cap.5), também a ação sincrônica do corpo causal sobre o inconsciente (pessoal e coletivo). Pode-se depreender, portanto, que o encontro entre duas pessoas quaisquer tem como causa sutil os "desígnios da Moira". Tais metas espirituais estão na dependência dos tortuosos caminhos do Eu-superior e, quando se consegue depreendê-los, só serão tenuemente aperceptíveis pelo ego após passados muitos anos. Isto fica mais claro se observarmos que eventos históricos aparentemente pouco relevantes ou mesmo inteiramente "casuais", acabaram por alterar completamente o curso do caminhar da humanidade. O pesquisador Alexander Fleming, por exemplo, descuidou-se e deixou que uma de suas culturas bacterianas "embolorasse". "Casualmente", ‘‘ ‘‘o fungo que cresceu nesta cultura foi o ‘‘Penicillium ‘‘, que naturalmente produz uma substancia que mata bactérias: a penicilina[3]. Também o telescópio foi inventado por "acaso": uma criança de cinco anos, filho de um oculista, brincava com as lentes do laboratório óptico de seu pai e acabou arranjando-as em uma seqüência tal que proporcionou um incrível aumento de imagem. Histórias similares podem ser contadas a respeito da descoberta dos raios X [4]

[5]. Seria mesmo o "acaso" a causa destas descobertas e invenções fundamentais para o desenvolvimento da humanidade ou existiriam causas sutis localizadas no espírito? Jung [6] nos lembra de exemplo ainda mais intrigantes: o químico F. Kekulé von Stradonitz pesquisava a fórmula estrutural do benzeno e depois de muito esforço, não conseguia visualizar como poderiam os carbonos se encaixarem naquela estrutura orgânica. Tendo tentado todas as formas de cadeias alifáticas até então conhecidas, sem obter sucesso, Kekulé teve um sonho em que via uma cobra se arrastando pelo chão e mordendo seu próprio rabo, formando a imagem de um anel [7]. Acordando, teve a idéia de arranjar os carbonos em um anel e descobriu o anel benzênico que revolucionou a química orgânica de então. O próprio Jung certa vez procurava em vão se concentrar para escrever um de seus livros, na verdade o livro que revolucionaria as teorias psicológicas tradicionais descobertas por S. Freud e aceitas por Jung até então [8]. Jung tentava apresentar o inconsciente coletivo utilizando-se dos métodos filosóficos clássicos que tanto conhecia, parem não conseguia deduzir o que pretendia. Sonhou certa noite que um grande navio estava sendo carregado com muitos baús de bagagens e que se tentava colocar um belo corcel branco à bordo, mas o cavalo, arisco, resistia bravamente. A situação se prolongou no sonho sem que ninguém conseguisse levar o tal cavalo à bordo. Foi então que surgiu um imenso gigante que pisoteou o cavalo, os marujos e o navio, destruindo tudo o que havia em seu caminho. Acordando em sobressalto, Jung escreveu seu livro naquela mesma noite em um único movimento de pena. Jung interpretou o cavalo como sendo a lógica clássica e o método filosófico que relutava em entrar no "navio" (livro). O que o sonho lhe revelou é que o inconsciente ("gigante") não admite este tipo de esforço que ele tentava em vão impor-lhe e que acaba por abrir seus próprio caminhos no tempo adequado. Fica então provado que o inconsciente (ou os corpos sutis nele contidos) muitas vezes é causa de fatos que podem ser decisivos para a vida de alguém ou mesmo para toda a humanidade, "escondendo-se" sob forma de "acaso".



A lei universal de causalidade (causa e efeito) é então o que se pode chamar de ‘‘karma [9] ‘‘. Sendo assim, o karma é um antigo conceito hindu que se resume nos enunciados: a toda ação corresponde uma reação igual e contrária e semelhante atrai semelhante. Estas são as leis do retorno e da similitude, leis tão universais que são válidas para todas as dimensões do existir humano. Além dos exemplos já vistos, vejamo-la com maiores detalhes: sob um prisma material (quarta mônada), a primeira parte deste enunciado é uma lei da física bem conhecida que explica, por exemplo, o empuxo. O empuxo é um conceito físico primeiramente descrito por Arquimedes na Grécia antiga e hoje utilizado, por exemplo, para a construção de navios. Apesar da física não ser de modo algum uma matéria que domino totalmente, vou tentar explicar aqui, de maneira simplificada, a base deste raciocínio: um navio desloca com seu próprio volume uma quantidade de água; este volume d'água deslocado exerce uma força contrária à força do deslocamento e, por isto, se consegue que o volume d'água deslocado seja maior que o peso do navio, ele flutua. Esta força gerada no deslocamento d'água chama-se empuxo e ocorre pela ação da pressão atmosférica ("peso do ar") sobre a superfície líquida [10]. Isto quer dizer que o navio age sobre o mar e este, como um todo, reage contra o navio com a mesma magnitude. Podemos dizer que o universo tem uma tendência inexorável ao equilíbrio perfeito e que qualquer ação será imediatamente contrabalançada por uma reação igual e contrária que garante a ordem do mundo, tal qual foi visto com o exemplo do navio e o mar.

Porém a lei do retorno pode ser verificada na física também em exemplo mais simples: a cinética. Se um carro que anda pela rua abalroa outro veículo, a energia cinética do carro vai "amassar" este outro veículo; mas a resistência do veículo "amassado", "amassará" também o carro que o abalroou. Isto quer dizer que um carro bate no outro mas tem que receber uma batida igual e contrária contra si para que o equilíbrio do universo seja mantido. Assim, quanto maior é a força que se coloca em um "soco", maior o "estrago" no rosto do adversário, porém maior o "estrago" também na mão do "boxeador". Levando em conta esta realidade, as artes marciais orientais utilizam a força do adversário contra ele próprio, não oferecendo resistência. Rondam por este caminho também as diretrizes cristãs da mansidão, baseadas em oferecer a outra face (Mateus; 5:39) que também referem-se à não resistência, baseando-se, provavelmente, em um conceito cármico. Em cinética ainda, o conceito de ‘‘atrito‘‘ pode ser também considerado como o retorno devido a qualquer móvel que se movimenta [11] Completando as manifestações do karma a nível físico e concreto, a teoria da gravitação universal de Newton, nos revela que matéria atrai matéria na proporção direta das massas e inversa das distancias, mostrando a um nível material a lei da similitude: semelhante atrai semelhante. Com o mesmo raciocínio podemos dizer, utilizando-nos da física quântica, que energias de níveis quânticos diferentes não podem interagir entre si, porque somente o que é intrinsecamente semelhante interage. Existiriam ainda inúmeros exemplos, mas estes já somam número suficiente.

Falando também do karma, sob um ponto de vista orgânico, enquanto o equilíbrio dinâmico entre forças opostas, além de todos os sistemas fisiológicos de controle homeostático, vale a pena citar um exemplo interessante que pode ser encontrado no livro Os Demônios de Loudun, escrito por Aldous Huxley. Conta-nos ele: Em todos os níveis de nosso ser, do muscular e sensorial ao moral e intelectual, toda tendência gera seu próprio contrário. Olhamos para alguma coisa vermelha, e a indução visual intensifica nossa percepção do verde e até mesmo, em certas circunstancias, faz com que vejamos um halo verde contornando o objeto vermelho e uma imagem persistente em verde depois do objeto ser removido. Nós tencionamos fazer um movimento; um conjunto de músculos é estimulado e, automaticamente, por indução espinal, os músculos opostos se contraem. O mesmo conceito se aplica aos mais altos níveis de consciência. Cada sim provoca um não correspondente.



Sob um prisma psíquico (terceira mônada), se lembrarmos do conceito de Sombra (cap.3), notaremos que para cada pequena ação egóica, cada pequeno pensamento ou sentimento, existe na Sombra uma "ação", "pensamento" ou "sentimento" de mesmo valor e exatamente contrários, porque os opostos têm que caminhar lado a lado. Do ponto de vista existencial, cada pequena ação humana, por mais inconseqüente que possa parecer, gera uma rede infinita de efeitos que invariavelmente atinge toda a humanidade. Por outro lado, esta ação é uma escolha livre do Ser Humano em resposta a outra infinita rede de ações que a precederam. Por exemplo: quando resolvi escrever este livro, esta foi uma escolha que teve como um dos efeitos o próprio livro, que por sua vez causará algum tipo de impressão nos leitores. Esta impressão, maior ou menor, fará parte do ‘‘pool ‘‘de impressões e memórias de cada um dos leitores que, conscientemente ou não, tomará decisões posteriores baseando-se neste ‘‘pool ‘‘. Desta forma, não deixa de ser responsabilidade minha tal influência em futuras decisões do leitor. Esta é uma responsabilidade cármica, isto é, pelo retorno e pela similitude pode-se afirmar que tudo o que for gerado por este livro, de alguma forma, deve retornar a mim em proporção exatamente igual ao que foi por mim gerado.Isto é válido para o que seja bom e para o que seja mal: absolutamente indiferente. Pode-se começar a entender minha extrema preocupação em rechear este livro com advertências e em dedicar todo um capítulo ao karma. Procedendo assim, pretendo estar "acordando" a Consciência kármica de cada leitor, localizada em seu corpo causal (cap.5) e de certa forma, "garanto-me carmicamente" [12]. Por outro lado, as pessoas que sentem-se atraídas por esta leitura são, de alguma forma, semelhantes a mim e o meu próprio proceder determinará de maneira inconsciente o público que atingirei. Isto, a nível psíquico, é gerado pelos fenômenos de identificação e projeção (cap.3).

Falado assim, tudo pode parecer muito complicado e de fato, o é. Fica praticamente impossível a um Ser Humano (ao menos, a um ego humano) ter a consciência exata das conseqüências de todos e de cada um dos seu atos, pois essa intrincada rede cármica é complexa em demasiado para captarmo-la por inteiro. Como proceder então, dentro desta cadeia causal? O conselho não é meu, mas encontra-se no Novo Testamento: amai ao próximo como a vós mesmos (Lucas;10:27) e assim, tudo o que vós quereis que vos façam os homens, fazei-o também vós a eles. Porque esta é a lei (...)(Mateus;7:12). é agora, imagino, simples que se reconheça a lei do karma nesta palavras evangélicas: todas as atitudes que tivermos, de uma forma ou de outra, reverter-se-ão sobre nós mesmos, porque o "próximo" nada mais é do que nós mesmos em outrem projetados (Tu).



A lei do karma torna-se ainda mais complexa quando vista sob um prisma espiritual (segunda mônada), pois sabemos que nosso Eu-superior fez antecipadamente uma escolha de nosso destino para esta vida (cap.5). Isto quer dizer que andaremos pelos caminhos da vida guiados por este Eu-superior que se incumbirá de nos colocar em situações que são efeitos de uma causa espiritual remota, contracenando com espíritos que nos são, de alguma forma, semelhantes, efeitos gerados no nosso corpo causal. Estes desígnios sutis do espírito, este "trançar emaranhado" de "fios" no "tear da Moíra" (cap.5), é regido pelo que é chamado de ‘‘fio ‘‘ ‘‘vermelho ‘‘ ou ‘‘fio ‘‘ ‘‘de ‘‘ ‘‘Ariádne ‘‘. Esta é uma referência ao mito grego de Teseu e o Minotauro. O grande herói de Atenas, o príncipe Teseu, foi a Creta para matar um monstro metade homem, metade touro, que se alimentava da carne de jovens atenienses periodicamente a ele entregues. Oferecendo-se em sacrifício, Teseu entrou em uma grande e intrincada construção onde estava encerrado o Minotauro: o labirinto [13]. O herói matou com sua espada o Minotauro, mas precisou seguir um fio atado à sua cintura para descobrir a saída do labirinto. Atar este fio a Teseu, antes que entrasse no labirinto, havia sido idéia de Ariádne, princesa cretense que se apaixonara por Teseu e que queria garantir sua volta.

Sobre este "fio de Ariádne" nossa vida edifica-se. Depende de nosso proceder egóico o "matar o Minotauro", mas a saída deste labirinto que se chama vida, seu verdadeiro significado, só é dada àquele que se deixa seguir o "fio de Ariádne". Como foi dito no capítulo 5, tudo aquilo para o que não se pode ver uma causa aparente e a que se chama ‘‘acaso ‘‘, é causalidade com uma causa sutil localizada no corpo causal (inconsciente). Todas as situações em que somos jogados, só existem para propiciar nossa evolução (individuação). O karma não é, como muita gente pensa, um pesado fardo que temos que carregar ou simplesmente um castigo pelos erros cometidos. Muito pelo contrário, o karma é uma força suprema (primeira mônada) que nos impele para a evolução mediante situações que temos que superar. Como pode se processar a individuação sem que superemos nossas projeções e encaremos nossa Sombra? Cada vez que um Ser Humano supera uma dada etapa cármica, ele evolui e com isto gera uma rede infinita de efeitos que propicia a evolução de toda a humanidade. Por outro lado, se um Ser Humano acomoda-se e petrifica-se sobre seu karma, considerando-o um fardo que tem que carregar, ele bloqueia sua própria evolução, gerando uma rede infinita de efeitos que dificultará a evolução da humanidade. A imagem para este fenômeno é a de uma pedrinha jogada em um lago tranqüilo, onde círculos de ondas concêntricas formam-se de modo que com o tempo, todo o lago sente o efeito daquele pequeno abalo causado na superfície da água pela pedrinha (por menor que ele seja). Como a principal lei do universo (ou do inconsciente) é a evolução, todas as forças colocar-se-ão contra aquele Ser Humano que estiver estagnado e ele sofrerá as conseqüências da sua própria escolha pela não-evolução. A situação ficará cada vez mais crítica até que o tal Ser Humano entenda a lei do karma e resolva voltar a evoluir, e com ele toda a humanidade. Richard Bach nos traz uma linda imagem deste conceito em seu livro Ilusões, quando compara o Ser Humano a uma nuvem que apenas segue o impulso das forças da natureza e guia seu curso pelo vento sem nada questionar [14]. Rudolf Steiner, explica eximiamente a lei do karma desde o prisma físico até o espiritual em seu livro As Manifestações do Karma, cuja leitura aconselho para um aprofundamento das noções que aqui são semeadas.



A grande diferença entre o Ser Humano e os seres superiores é que estes compreendem a lei do karma e livremente deixam-se levar pelas forças divinas do universo sem a elas oporem resistência. Os seres menos evoluídos que o Ser Humano não têm a capacidade do livre arbítrio e são obrigados a seguir as forças divinas do cosmos [15]. Isto coloca o Ser Humano em uma posição única no universo: sendo obrigado a ser livre, não sabe utilizar sua liberdade e constitui o único ser capaz de ir contra estas forças cósmicas de evolução, guiando-se por sua própria ignorância [16]. Desta forma, o Ser Humano transforma-se no "fiel da balança" que pode bloquear com suas ações livres a sua própria evolução e a evolução do universo. Por isso dizer-se que vós sois o sal da terra (Mateus;5:13). No entanto, colocar-se contra este "governo oculto do mundo" é atrair para si conseqüências nefastas, pois ir contra o cosmos significa ir a favor do caos [17]. É por isso que se encontra no Novo Testamento a frase: aqueles que não estão comigo estão contra mim (Lucas;11:23). Pode-se começar a interpretar sob o ponto de vista cármico a lenda de Atlântida (cap.6), entendendo-se o porque foi atraída sobre aquele continente a "ira de Deus", como costumavam dizer os antigos, ou em nossa linguagem, o porque suas próprias decisões livres foram contrárias às leis do universo desencadeando uma seqüência de causas e efeitos que culminaram com a destruição total da raça vermelha. Repetem-se aqui os ensinamentos chineses do "Livro das Mutações" ‘‘I Ching‘‘ no hexagrama 51, quando Deus manifesta-se sob o signo do Trovão em temor e tremor (cap.4). Por outro lado, mesmo estas provas terríveis da inexorabilidade do karma estão previstas pelo "governo oculto do mundo" que toma suas providências para que a evolução do universo continue, como no caso do envio do Manu a Atlântida, ou no envio de Cristo para salvar o mundo, ou no envio de Buddha para apontar o caminho da iluminação.

Ao lidar-se com cristais de quartzo, nossa vontade, nossas emoções e nossos pensamentos são amplificados. Pela lei do karma, quanto maior é a ação do Ser Humano sobre o mundo, maior é a resposta que se deve aguardar. Sendo assim, aquele que possuir um cristal interferirá muito mais no mundo à sua volta, recebendo para si as conseqüências de seus próprios atos, amplificadas também. Fica portanto muito maior a responsabilidade cármica daquele que possui um cristal, pois quem semeia vento, colhe tempestade. Por outro lado, as possibilidades de evolução pessoal e, portanto, de toda a humanidade, são infinitas e muito de bom poderá advir de um uso mais amplo dos cristais.



Os elementais (2D) estão acima do Bem do Mal, eles "respondem" tão-simplesmente aos impulsos da natureza (ou por outra, eles são tais impulsos), sendo regidos diretamente pelas leis cósmicas e provocando no mundo as respostas a estas leis. Uma vez "despertados" por um Ser Humano, eles "deixar-se-ão" levar "alegremente" por nossas orientações como se "aceitassem" em nós uma parte do "governo oculto do mundo", não cabendo a "eles" nenhuma responsabilidade cármica por nossos atos amplificados. A responsabilidade é humana e é nossa tarefa aprender a lidar com essa complexa lei, sob pena de sofrermos as conseqüências de nossos atos. Isto já foi visto antes (cap.4), mas sempre vale a pena repetir.

A idéia de ‘‘karma‘‘ pressupõe uma outra idéia controversa que é o fenômeno da reencarnação. Como pode-se aceitar este fenômeno em uma visão junguiana? Em primeiro lugar, fique claro que mesmo sem se aceitar a reencarnação ‘‘per se ‘‘, as leis da causalidade (retorno e similitude) podem ser aceitas dentro dos limites do nascimento e da morte. Em segundo lugar, Jung (enquanto teórico) nunca preocupou-se em aceitar ou em refutar o fenômeno reencarnatório, limitando-se a dizer que o Self possui suas próprias diretrizes e razões e que não é dado ao ego conhecê-las, uma vez que a natureza do Self é transcendental e extra-psíquica: espiritual. Em terceiro lugar, Jung lida simbolicamente com a idéia de ‘‘reencarnação‘‘, considerando o símbolo da morte como um símbolo de transformação, onde a cada "morte", segue-se um "renascimento" [18]. Por uma abordagem simbólica, fica então resolvido o problema da reencarnação, mas no concreto, pouco pode-se falar a favor da idéia reencarnatória, além de apontar fenômenos um tanto místicos e duvidosos.

Aceitando-se a reencarnação ‘‘per se‘‘, causas e efeitos não limitar-se-iam ao período da vida humana encarnada, mas estender-se-iam para os períodos entre-vidas e para vidas anteriores e posteriores. Por vezes, acha-se uma causa sutil em fatos de uma vida passada (ou algo que poderia ser assim tomado), como um trauma, conforme demonstram os estudos de Edith Fiore e outros autores em Terapia Regressiva a Vivências Passadas (T.R.V.P.). Quem trabalha nesta linha psicoterápica, procura, utilizando-se de técnicas hipnóticas e psicodramáticas regressivas, causas no passado. Tais causas seriam inevitavelmente, segundo a T.R.V.P., eventos traumáticos (desta e de outras vidas). Trabalhar com as emoções e os sentimentos associados a eventos traumáticos passados é a função terapêutica em T.R.V.P. Mesmo que os relatos conseguidos em uma regressão não tenham nada a ver com vidas passadas, sempre podem ser considerados como criações do inconsciente, ainda que sejam simplesmente fraudulentos em relação à Realidade [19]. O importante são então, os símbolos que o material regressivo contém e mais uma vez, a Verdade prevalece sobre a Realidade (cap.3).

Platão e Socrates

A idéia de que fatos de vidas passadas interferem ou podem interferir em nosso presente faz parte de diversas religiões, não só das védicas e budistas, mas também sendo parte inclusive do mito cristão da ressurreição de Cristo. Na filosofia, Sócrates e Platão já se valiam da noção de "lembranças" ou "reminiscências de outras vidas". É bem conhecida a noção de imortalidade da alma exposta por Platão em Phédon. Também é bem conhecido o diálogo Menon em que, ainda segundo Platão, Sócrates apresentou um problema geométrico [20] a um escravo sem cultura para exemplificar seu método singular de ensino: o não saber. Sempre questionando e nunca afirmando, inicialmente Sócrates fez ver ao escravo que ele efetivamente não sabia a resposta a tal problema. Após a consciência de sua ignorância, ainda sob a orientação das perguntas de Sócrates, o escravo foi capaz de deduzir o teorema matemático que respondia o problema [21]. Como foi possível que o escravo sem nada saber pudesse chegar a um teorema não tão simples assim? Sócrates (ou Platão) dizia que a alma, sendo imortal, possuía reminiscências de conhecimentos anteriores e, desta forma, o aprender deve ser parecido com o lembrar-se que já sabe. Por isso, o único e o maior conhecimento possível a um Ser Humano é o saber que nada sabe. Quem procurar esta idéia reencarnatória como símbolo, encontrará ainda muitas referências. Por exemplo, na alquimia, em sonhos, em estórias folclóricas, etc. Se é assim de fato, pode-se falar de um "arquétipo reencarnatório" e é sobre esta idéia arquetípica e simbólica que incide o karma (ao menos sob esta nossa visão).



Muitas pessoas colocam-se contra o fenômeno da reencarnação, sem ao menos perceber que ele é muito mais natural do que qualquer outra explicação para o nascimento e a morte. O Sol, ao término de cada dia, "morre" no horizonte, para "renascer" no dia seguinte. A Lua "morre" e desaparece a cada fase minguante, para "renascer" no céu a cada lua-nova. Toda a natureza "morre" a cada inverno, para renascer na primavera. Se a lei da física sobre a conservação universal da matéria e da energia está correta, então na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, como disse Lavoisier. Se da matéria e da energia de que nosso corpo fisico-etérico é feito, provém, pela transformação, outras formas de matéria e energia, o que é feito da energia psíquica e espiritual de nossos corpos sutis? O ‘‘I Ching‘‘ confirma esta idéia com a lei fundamental das mutações [22]: tudo no universo se transforma, menos esta lei. Por que apenas nós, Seres Humanos, não estaríamos inseridos nesta natureza?

Diz-nos Steiner que o Ser humano, a cada morte, despe-se de seus corpos mais concretos enquanto sua consciência superior, o Eu, é mantida para que em uma próxima vida volte às dimensões concretas e continue seu caminho evolutivo seguindo as leis do universo. Sem esta noção de espiritualidade, que pressupõe o fenômeno reencarnatório, a vida humana seria vazia e desprovida de sentido. Ao se negar a própria espiritualidade, adverte-nos Helena Blavatski, está se negando o próprio Eu e um processo de morte inicia-se de acordo com as leis cósmicas. Se eu nego minha própria existência enquanto individualidade eterna, o efeito cármico disto é meu próprio desaparecimento. Mesmo ao negar-se o karma, ele não desaparece, bem como podemos negar à vontade a lei da gravidade que com isto ela em nada se alterará (o máximo que conseguiremos é experimentá-la, com um braço quebrado, por exemplo). No processo de morte e renascimento, voltamos a estar entregues às leis do universo e somos orientados nas dimensões superiores por seres mais evoluídos que se incumbem de reinserir-nos no caminho da evolução, de acordo com nosso próprio karma.



Retomando nossa discussão sobre o karma e entendendo que os leitores tomarão a idéia da reencarnação [23] como pressuposto para a continuidade da Diafania, cabe ainda dizer que por vezes a causa de um fato pode ser encontrada, surpreendentemente, também no futuro. Sim, na 9.a dimensão (cap.5), onde o karma encontra sua raiz; presente, passado e futuro são aspectos de um mesmo ser e são, por assim dizer, concomitantes. Pois não é o inconsciente atemporal? Sem problemas podemos entender que a mão direita e a mão esquerda fazem parte de um mesmo corpo físico na 3.a dimensão. Por que não entenderíamos que presente, passado e futuro seriam parte de um mesmo corpo causal na 9.a dimensão? Não havendo, portanto, uma necessária seqüência cronológica entre causas e efeitos a nível inconsciente, o karma pode se apresentar retrógrado, com uma causa futura levando a um efeito passado. Isto pode ser visto no filme "Excalibur", quando ao vislumbrar a futuro rei Arthur que unificaria toda a Inglaterra, Merlin aceita a proposta de Uther em usar da magia para que ele passe uma noite com Igraine e diz: Está feito. O futuro criou raízes no presente. A causa para a decisão de Merlin está nos feitos do rei Arthur, que então, não havia nem mesmo sido concebido. De uma maneira bem mais detalhada M. Z. Bradley conta-nos a mesma estória em suas Brumas de Avalon.

Através da intuição e do "acaso", o futuro interfere em nosso presente a cada instante. Em fatos cotidianos, isto pode ser visto de uma forma muito simples: se no futuro alguém quiser ser, digamos, médico, isto pressupõe cursar uma faculdade de medicina, e este vislumbre do futuro influencia a que se preste vestibular para medicina. Seria incoerente que alguém pretendesse formar-se médico cursando uma faculdade de direito. Desta forma, nossa vida presente, as vidas passadas e vidas futuras (dentro dos limites do nascimento e da morte, ou não) entrelaçam-se em causas e efeitos segundo a lei do karma no curso de infinitas "encarnações" pela eternidade (mesmo que em uma só vida). Sartre em sei estudo sobre a temporalidade no livro O Ser e o Nada, chama estes tempos de ‘‘passado-presentificado‘‘ e ‘‘futuro-presentificado ‘‘, respectivamente. E parece-nos muito natural que estes tempos resumidos pela presentificação em um momento virtual egóico chamado o agora, possam influir grandemente em nossa ‘‘Weltanschauung [24] e, portanto, nas escolhas livres que fazemos. Da mesma forma, esta ‘‘Weltanschauung‘‘ altera totalmente as leituras feitas dos fatos do passado e dos ‘‘vir-a-ser‘‘ do futuro e realmente passado e futuro se alteram a cada momento presente. A idéia mais importante sobre o karma é a de que o Ser Humano interfere em seu próprio destino, tanto futuro quanto passado, através de cada pequena ação no presente. Todos os eventos de uma vida humana encontram-se encadeados em seus mínimos detalhes, de forma a construir uma infinita teia cármica que une todos os momentos diferentes de tempo e todos os pontos do espaço. Desta forma, o tempo e a temporalidade perdem suas linearidades e aprentam-se tridimensionais em uma hiper-estrutura espacial. Todos os Seres Humanos tornam-se um, quando vistos assim. Jorge Luís Borges tem uma belíssima imagem para isto em seu conto O Aleph (in PDF), onde descreve um fenômeno transdimensional que ocorre no porão de sua casa, em que o mundo pode ser observado ao mesmo tempo em todos os seus aspectos diferentes.

Concluindo: superar o karma significa entendê-lo, descobrir o "fio de Ariadne" que orienta a construção desta teia e deixar-se conduzir por ele, cumprindo livremente o seu próprio destino. O estudo detalhado e atento de uma biografia humana revela a trajetória deste "fio de Ariadne", auxiliando na compreensão desta meta sutil do espírito [25]. Tudo e todos estão sob o efeito das leis cósmicas, das quais ressaltamos aqui o karma. Por esta razão cada encarnação humana tem o objetivo específico de superar etapas evolutivas típicas de cada espírito, frutos da evolução individual em encanações anteriores e posteriores (talvez também concomitantes?). O karma é a lei da "economia" espiritual que se incumbe de retribuir todas as ações humanas na mesma moeda e com a "justiça divina", além de colocar-nos no meio que nos é semelhante e próprio. O karma é a "ecologia" espiritual com seu equilíbrio próprio e delicado, com seus "ecossistemas" bem definidos. Todos tem a vida que merecem, na proporção exata ao que têm direito, ou melhor, todos têm a vida que acreditam merecer, na proporção exata de que acreditam ter direito. Qualquer transformação desta vida é evolução e será retribuída, seja o bem com o Bem ou o mal com o Mal. O Ser Humano está livre para atuar no mundo e com sua própria experiência descobrir a verdade cósmica para finalmente integrar-se espontaneamente ao "governo oculto do mundo".



[1] NB: este raciocínio mantém-se lógico se não for questionado jamais qual é a causa de todas as causas, ou qual seria o efeito de todos os efeitos. Este paradoxo deve ser habilmente evitado neste ponto, como nos adverte E. Kant.

Notas:
[2] NB: conforme postulado de L. Pasteur:
Agressão Idiossincrasia Doença Defesa
[3]
[4] NB: um filme fotográfico foi esquecido casualmente ao lado de um tubo de raios catódicos e houve o aparecimento da imagem dos ossos da mão esquerda da esposa de W. R<\v>ntgen., da eletricidade.
[5]
[6]
[7]
[8]
[9]
[10] NB: mesmo princípio do fenômeno dos vasos comunicantes
[11] NB: exclui-se, evidentemente, as situações de vácuo hipotético.
[12] NB: garantir-se carmicamente é uma possibilidade puramente hipotética, sendo na prática irrealizável
[13] NB: referência ao castelo de Knóssos, conhecido em grego como labriV oikoV, ou seja: ‘‘labris óikós‘‘ "a casa do duplo machado" do grego antigo: labriV inqoV, ou seja: ‘‘labris inthós ‘‘donde: labirinqoV, ou seja: ‘‘labirinthós ‘‘e em português, ‘‘labirinto ‘‘. Ver também referência no capítulo 18 sobre o símbolo do touro
[14] NB: uma nuvem não pensa para onde deve ir. Apenas sente um impulso e vai
[15] NB: do grego: kosmoV, ou seja: ‘‘kósmos‘‘ ‘‘mundo" "a ordem do mundo"
[16] NB: por caminhos inteiramente diversos, autores como E. Kant, J. J. Rousseau e J. P. Sartre, chegam às mesmas conclusões. Seria interessante um estudo das obras sobre ética destes autores, já que aqui não há espaço para uma tal comparação
[17] NB: do grego: caoV, ou seja: ‘‘cháos‘‘ ‘‘abismo escuro e profundo", "desordem", "o nada"
[18] NB: muitos aspectos desta visão simbólica junguiana podem ser encontrados no livro Símbolos da Transformação de C. G. Jung
[19] Em relação a isto, expus no 1.o Encontro Nacional de Terapias Regressivas a Vivências passadas (1.o ENTRVP), a interpretação completa da seqüência de regressões de um caso clínico narrado por Fiore em seu livro Já Vivemos Antes
[20] NB: qual a medida do lado de um quadrado perfeito com área 2?
[21] NB: o lado de um quadrado é dado pela diagonal de um quadrado com a metade de sua área,. Logo, o lado de um quadrado com área 2 é a diagonal de um quadrado de área 1
[22] NB: lei esta contida no ideograma em chinês para ‘‘I‘‘
[23] NB: ainda que meramente como símbolo e não necessariamente como um fenômeno factual
[24] NB: do alemão: "visão de mundo", "ponto de vista"
[25] NB: estudos assim são encontrados, por exemplo, no livro Biografia e Psique de Rudolf Treichler


Fonte: grupo de estudos transição planetária Cinturão de Fótons

NÍVEIS MENTAIS



A mente humana é uma faculdade sensorial da inteligência. Sua função é captar informações que são armazenadas nos neurônios cerebrais pelos outros sentidos normais do ser humano. Nossa mente tem condições de captar e imprimir qualquer tipo de informação em uma célula viva. Através de nossa vontade, temos condições de entrar em sintonia com qualquer centro cerebral e levar à consciência a informação que se encontra ali armazenada.

De acordo com as freqüências das ondas cerebrais, os níveis mentais estão dentro de dois grandes grupos: Nível Astral ou /nível Mental (vide quadro).

Na frequência do nível BETA, ou estado de vigília, estão associados os cincos sentidos físicos: tato, paladar, olfato, visão e audição. Nela realizamos as ações comuns de nossa vida como falar e pensar, enfim, passamos o dia em BETA. Ela é o ponto intermediário entre os planos Astral e Mental. Neste nível, a rotação cerebral varia de 9 a 14 ciclos por segundo.

A frequência do nível ALFA, é o nível da criação, é quando você relaxa, faz projeções. Podemos usufruir dele tanto consciente como inconscientemente. Podemos alcançar um relaxamento maior e é onde criamos, pensamos, desejamos, programamos sonhos. É um estado de sono não profundo, no qual não sonhamos. A freqüência de rotação do cérebro varia de 5 a 8 ciclos por segundo.

Atingir a frequência do nível TETA, exige um relaxamento profundo. É quando a pessoa dorme profundamente e sonha. Nesta freqüência, através da sugestão hipnótica, pode-se realizar cirurgias num paciente, sem anestesia e sem dor. Em TETA, a rotação cerebral atinge de 2 a 4 ciclos por segundo.

A frequência do nível DELTA, é o nível da inconsciência. Nele somente o subconsciente está agindo. Seria semelhante a um estado de coma, ou nível no qual nos encontramos no mundo espiritual. Em DELTA, a freqüência de rotação cerebral permanece na faixa de 0,1 a 1 ciclo por segundo.

Podemos treinar nossa mente a usar qualquer campo sensorial, ou seja, atuar em qualquer uma dessas freqüências com a mesma facilidade com que atua nos sentidos de sensações biológicas. Tudo é apenas questão de treinamento e dedicação. Esses são níveis que exigem concentração em estado de relaxamento profundo para se atingir resultados satisfatórios, a curto ou longo prazo.

Na frequência do nível ASTRAL, nós imaginamos, criamos, mas não nos realizamos com bastante intensidade ou rapidez. A cura, por exemplo, ocorre, mas com lentidão. Você tem proteção, mas pode diminuí-la, se não souber mentalizar direito.

Algumas faculdades mentais podem ser realizadas tanto no astral como no mental, por exemplo: telepatia, clarividência, premonição e energização. Algumas delas, inclusive, nos permitem a comunicação com entidades e seres de outras dimensões.

Tanto no astral como no mental, os fenômenos e seus efeitos são ilimitados. A diferença que existe entre eles é muito simples de ser identificada. No astral ocorre a realização dos fenômenos de maneira invisível, quando não podemos ver materialmente a energia atuando no processo, pois ela não sai do nosso campo energético.

Na frequência do nível MENTAL, é que conseguimos atuar no consciente exterior, o que permite a realização de efeitos físicos. Por ser aliada a um nível raramente estudado, é que existem poucos paranormais de efeitos físicos em todo o mundo - que são aqueles capazes de fazer sua mente atuar em estado de concentração alterada e realizar fenômenos físicos.

Salvador Dali

Atuar no consciente exterior significa emitir energia além do seu raio energético, fazer com que ela atue na matéria ou na mente de outra pessoa à distância. O único paranormal que conseguiu atingir 100% da sua capacidade mental foi Jesus Cristo. E o exemplo que nos deixou foi o de usar os níveis mentais de efeitos físicos, onde a cura é rápida, os resultados são instantâneos e nossa mente funciona em ritmo acelerado.

Os níveis acima de Beta são caracterizados pelas altas freqüências cerebrais, para elevação de vibrações e são esses níveis que iremos trabalhar, no seu desenvolvimento.

A tabela abaixo nos explica detalhadamente os níveis Mental e Astral:


MENTAL DIMENSIONAL
27 a 32 ciclos por segundo
MENTAL FÍSICO
21 a 26 ciclos por segundo
MENTAL SUPERIOR
15 a 20 ciclos por segundo
B E T A
09 a 14 ciclos por segundo
ALFA
05 a 08 ciclos por segundo
TETA
02 a 04 ciclos por segundo
DELTA
0,1 a 01 ciclos por segundo





No nível MENTAL SUPERIOR (logo acima de Beta) ainda acontecem algumas realizações do astral como o desejo, a projeção e a telepatia. As ações permanecem a nível do consciente interior, ou seja, nosso subconsciente não emite energia para além do campo energético do nosso corpo.

O campo energético interno tem um raio de ação de seis a sete metros de circunferência, tomando nosso corpo como centro. Este é o raio de ação que se vai alcançar no mental superior. Até mesmo a telepatia, a uma distância maior, não deverá funcionar satisfatoriamente. Preparamos nossa mente neste nível para programar sonhos, interpretá-los, ativar a percepção e os poderes extrasensoriais. Também para alcançar uma preparação para o início da realização de fenômenos paranormais. No mental superior a rotação cerebral varia de 15 a 20 ciclos por segundo.

O desejar profundo, em nível mental, significa desejar alguma coisa sem duvidar de sua realização. Trazer esta coisa para perto de você, imaginar-se dentro dela usando-a, conforme o caso. Ver materialmente o objetivo ou circunstância fazendo parte de sua vida, sendo algo já conquistado e definitivo. Isso deve ser feito em estado de total consciência, sem relaxamento, o que significa que sua mente estará em estado de concentração alterada.

No nível MENTAL FÍSICO realizamos fenômenos físicos como entortar metais, levitar objetos, influenciar pessoas, transmitir mensagens telepáticas com grande eficiência, causar sensações em outras pessoas ou mudar o sentimento e o pensamento delas de forma benéfica. O cérebro apresenta uma rotação de 21 a 26 ciclos por segundo.

O nível MENTAL DIMENSIONAL é aquele no qual se trabalha com dimensões diferentes das que vivemos normalmente. Neste nível podemos realizar transmutações, materializações ou desmaterializações de objetos e até mesmo de nosso corpo. É um nível ainda bem pouco explorado. Nele podemos realizar viagens por outras dimensões com nosso corpo físico. A esse nível, o cérebro estará com rotação de 27 a 32 ciclos por segundo.

Acima de 17 ciclos por segundo, os resultados só são positivos. A energia cósmica, a este nível só pode ser usada positivamente ou, no máximo, pode ficar neutra, nunca negativa, nossa aura amplia.

Quando estamos no astral, podemos ficar vulneráveis, a vibração baixa, a energia deste nível, pode ser usada negativamente. O campo energético pode baixar, não só na meditação, mas também quando a pessoa chora ou dorme, pois a aceleração de suas freqüências cerebrais diminui, assim como a energia e, logicamente, a sua proteção. Assim, pensamentos negativos, vibrações negativas não só de pessoas, como também do ambiente, influenciam a aura dessa pessoa, podendo absorvê-los.

Também é importante ressaltar que se uma pessoa está com sua vibração acelerada, seu campo ampliado, as pessoas à sua volta entrarão em sintonia e, em conseqüência, serão também equilibradas.



Fonte: Grupo de estudos transição planetária Cinturão de Fótons

Cristo Cósmico em mim reverência Cristo Cósmico em Ti.

Foto Manuel Lücht
Imagem e Arte Zoia Petrow
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