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" Você esta aqui para possibilitar que o propósito divino do universo se revele.

Veja como você é importante! "

Eckhart Tolle


Arrisque... o risco é a unica maneira de você saber se está "realmente" Vivo!!!

Zoia Petrow








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Monólogo do Ser II ...


Segundo e último ato

Tudo quanto existe só existe graças a mim.
Sustento ininteruptamente o espaço, e o tempo, e o todo, e os homens.

Há o todo porque há o Ser.
Há o tempo porque há o Ser.
Há os homens porque há o Ser.

Amo-as, minhas pobres crianças, admiro-as e amo, com sua grandeza impotente e seu desespero, e tenho penas de vocês, que foram  arrancadas do nada para serem lançadas nesse tudo que é o todo.

Um todo surgido do Ser, um todo que vocês desconhecem e, apesar de tanto orgulho e de tantos esforços inúteis, jamais deixarão de 
requestar e desconhecer.

Pois sobre quase tudo, pobres, pobres crianças, pobres gênios imbecis, vocês não sabem nada. E sobre o Tudo, assim como sobre o Ser, não  sabem absolutamente nada.


consciência do Ser...


A Fé consciente é Liberdade
A fé emocional é escravidão
A fé mecânica é estupidez

A Esperança inquebrantável é força
A esperança mesclada de dúvida é covardia
A esperança de temor é fraqueza

O Amor Consciente desperta o mesmo em resposta.
O amor emocional provoca o contrário.
O amor fisíco depende do tipo e da polaridade.

George Gurdjieff







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Monólogo do Ser






 Primeiro ato


Eu sou o ser.
Eu sou,
Sou o que É.
O todo, que é tudo, não É.
Ele existe.
Vem a Ser.
Nasce.
Transforma-se.
E terminará por terminar.
tudo termina.
O Sol, e a Terra, e a Lua, e todas as galáxias de que vocês encheram a boca para falar, as quais também terminarão.
Assim como terminarão os homens e os que lhes sucederão.

Eu não terminarei.

Eu sou o Ser.

Eu Era e Serei.

Eu Sou.





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a beleza da individualidade humana...

copyright_ElevenRockart_Foto Manu Lücht _ Digital Art Zoia Petrow - all rights reserved


a individualidade humana


Rudolf Steiner 
im filosofia da liberdade


Os filósofos acreditam que o problema principal em relação às representações mentais reside no ato de que nós não somos idênticos com os objetos exteriores, e que ainda assim as nossas representações devem ter um aspecto correspondente a eles. Olhando mais de perto, porém, fica evidente que essa dificuldade, em verdade, não existe. Com efeito, não somos as coisas externas, mas pertencemos, juntamente com elas, ao mesmo mundo: o meu sujeito é uma parte do mundo e é permeado por seu constante devir. Para o meu perceber, estou inicialmente confinado aos limites da derme do meu corpo, mas o que está dentro dessa derme pertence ao universo como um todo.
Para que exista uma relação entre o meu organismo e um objeto fora dele, não é necessário que alguma parte do objeto me penetre e cause uma impressão em minha mente, como um sinete na cera. A pergunta como obtenho informações sobre a árvore que se encontra a dez passos de distância? é totalmente mal colocada. Ela provém da opinião de que os meus limites corpóreos constituem uma cisão absoluta e que as notícias sobre as coisas precisam atravessar essa fronteira e migrar para dentro de mim. As forças que atuam dentro da minha derme corpórea são as mesmas que existem fora. Portanto, sou realmente as coisas, porém não eu enquanto sujeito da percepção, mas eu enquanto parte do devir geral do mundo. a percepção da árvore e o meu eu pertencem ao mesmo todo. esse devir geral do mundo suscita lá a percepção da árvore e aqui a percepção do meu eu. Se eu não fosse cognitor do mundo e sim o seu criador, então objeto e sujeito (percepção e eu) surgiriam no mesmo ato, visto que se condicionam mutuamente. Como cognitor do mundo, só posso encontrar o elo entre essas partes através do pensar, que as correlaciona por meio do conceito.
A dificuldade maior será eliminar as chamadas provas fisiológicas da subjetividade da percepção. Quando exerço uma pressão sobre a derme do meu corpo, então a percebo como sensaçao de pressão (tato). A mesma pressão posso perceber através do olho como luz, através do ouvido como tom. Um choque elétrico percebo mediante o olho como luz, pelo ouvido como tom, através dos nervos da pele como impacto e através do órgão de olfato como cheiro de fósforo. o que segue desse fato? só isso: percebo um choque elétrico (e respectivamente uma pressão) e em seguida uma qualidade luminosa ou um tom ou também um certo cheiro, etc. Sem a existência do olho, não se juntaria à percepção do impacto mecânico no ambiente a percepção de uma qualidade luminosa; sem a presença de um órgão auditivo, a percepção auditiva, etc. 
Com que direito se pode afirmar que sem órgão perceptivo todo o processo não existiria? Quem deduz, do fato de que um processo elétrico evoca luz no olho, que a luz é apenas um processo mecânico de movimento fora do nosso organismo, esquece que somente está passando de uma percepção para outra e de jeito nenhum está passando para algo fora do âmbito da percepção. Da mesma maneira como se pode dizer: o olho percebe um processo mecânico em seu ambiente como luz, assim também se pode afirmar: uma modificação ordenada de um objeto é percebida por nós como processo de movimento. Se eu pintar num disco doze vezes um cavalo nas diferentes posições que seu corpo adota quando está a galope, então poderei suscitar, através da rotação do disco, a ilusão de movimento. Apenas preciso olhar através de um orifício as diferentes posições do cavalo, respeitando os respectivos intervalos. Não vejo doze imagens do cavalo, e sim a imagem do cavalo galopando.
O mencionado fato fisiológico não pode, portanto, esclarecer a relação entre percepção e representação. Precisamos nos orientar de outra maneira. No momento em que surge uma percepção no horizonte da observação, aciona-se através de mim também o pensar. Um membro do meu sistema de pensamentos, uma determinada intuição, um conceito associa-se à percepção. Quando a percepção mais tarde desaparece do horizonte da minha vista, o que sobra? Minha intuição associada às percepções dadas pelo meu ato de perceber.
O grau de vivacidade com que conseguirei mais tarde tornar presente de novo essa relação, depende da maneira como funciona minha organização mental e corporal. A representação, contudo, nada mais é senão uma intuição relacionada a uma determinada percepção, ou seja, um conceito, que já esteve ligado a uma percepção e que depois conservou tal relação. Meu conceito de leão não tem a sua origem nas percepções de leões. Mas certamente minha representação mental do leão é formada com base na percepção. Posso ensinar, a alguém que nunca viu um leão, o conceito de leão. Ensinar-lhe uma representação viva não conseguirei sem que recorra à sua própria percepção.
A representação mental é, portanto, um conceito individualizado. E assim se nos torna compreensível por que as coisas reais podem ser representadas através de representações. A realidade completa de uma coisa resulta para nós da confluência de conceito e percepção no momento da observação. O conceito universal adquire, no contato com a percepção, uma forma individual, uma referência a uma percepção particular. nessa forma individual, que conserva em si a referência à percepção como peculiaridade, ele passa a viver em nós, constituindo a representação do objeto observado. quando nos deparamos com outro objeto similar, então o identificamos como pertencente ao mesmo gênero; e, quando observamos o mesmo objeto de novo, não encontramos apenas em nosso sistema conceitual o conceito universal correspondente, mas o conceito individualizado com uma referência específica ao mesmo objeto, isto é, a sua representação e, por isso, conseguimos reconhecer o objeto.
A representação mental se situa, portanto, entre percepção e conceito. ela é o conceito com uma determinada referência àpercepção. À soma daquilo sobre o qual posso formar representações posso chamar de minha experiência. terá uma experiência mais rica aquele que dispuser de um número maior de conceitos individualizados.
Uma pessoa sem qualquer faculdade de intuicão conceitual não é capaz de adquirir experiência. Perde os objetos do seu horizonte, dado à falta de conceitos para estruturar os objetos. Uma pessoa com capacidade de pensar bem desenvolvida mas dotada de uma capacidade perceptiva atrofiada, em virtude da falta de sensibilidade, tampouco poderá se tornar experiente. Ela adquirirá de uma ou outra maneira conceitos, mas estes carecerão de vivacidade por falta do contato com percepções concretas. Tanto o viajante distraído quanto o erudito mergulhado em sistemas abstratos de pensamentos são incapazes de adquirir uma rica experiência. A realidade se nos revela por meio da percepção e do conceito. A manifestação da realidade no sujeito é a representação mental.
Se a personalidade humana se articulasse apenas na dimensão cognitiva, então tudo que nos é objetivamente dado se resolveria em percepção, conceito e representação mental. Não nos basta, porém, relacionar percepções e conceitos por meio do pensar. Relacionamos o que percebemos também ao nosso sujeito particular, ao nosso eu individual. A expressão dessa referência individual é o sentimento, que se manifesta como prazer e desprazer.
Pensar e sentir correspondem à natureza duálica de nossa entidade, já mencionada anteriormente. O pensar é o elemento através do qual participamos do universo geral; o sentir é o meio pelo qual nos retraímos em nosso mundo próprio. Nosso pensar nos une ao mundo, nosso sentir nos reconduz a nós próprios, fazendo de nós um ser individual.
Se fôssemos apenas seres pensantes e dotados de percepção, a nossa vida transcorreria numa indiferença total. Se apenas nos reconhecessemos como eu, nosso eu nos seria completamente indiferente. Apenas porque, além de reconhecer a nós mesmos, sentimos também o nosso ser, somos entes individuais, cuja existência não se esgota em estabelecer relações conceituais entre as coisas, mas possui também um valor particular em si mesma.
Alguém poderia achar que o sentimento é um elemento mais rico e saturado de realidade que a abordagem pensante das coisas. É preciso replicar, no entanto, que o sentimento tem essa riqueza maior só para o meu indivíduo. Dentro do universo como um todo, o meu sentimento somente terá valor quando o que dele percebo na autopercepção, é integrado mediante um conceito ao cosmo.
Nossa vida é uma constante oscilação entre a convivência com o devir universal e o nosso ser individual. Quanto mais ascendemos à natureza universal do pensar, em que o que é individual só interessa como exemplo do conceito geral, tanto mais se perde em nós o caráter do ser especial, da personalidade determinada e particular. E quanto mais descemos às profundezas de nossa vida pessoal, vibrando em sentimentos com as coisas externas, tanto mais nos separamos do ser universal.
Uma verdadeira individualidade será aquela que com seus sentimentos se elevará o máximo possível à região das idéias. Existem pessoas cujas idéias mais gerais ainda apresentam aquele timbre especial que mostra que são a expressão de uma personalidade. Existem outras cujos conceitos são tão desprovidos de um timbre peculiar, que parecem ser de alguém sem vida própria.

O representar já confere à nossa vida conceitual um cunho individual. Cada pessoa tem o seu ponto de vista a partir do qual contempla o mundo.  As suas percepções se associam seus conceitos. Pensará de uma maneira particular os conceitos universais. Essa especificação do nosso ser é o resultado de nossa localização na vida, a saber, do horizonte de percepção que o lugar no qual vivemos nos oferece. A essa especificação se junta uma outra, dependente de nossa organização particular. Nossa organização é, com efeito, uma singularidade especial e bem determinada. cada pessoa relaciona sentimentos, diferentes em qualidade e intensidade, com as suas percepções.  Eis o fator individual da nossa personalidade particular. É o que sobra após termos contabilizado todas as determinações do palco de nossa vida. Uma vida sentimental esvaziada de pensamentos perderia aos poucos toda a relação com o mundo. O desenvolvimento da vida cognitiva ocorrerá no homem em busca da personalidade equilibrada, juntamente com a formação e o desenvolvimento da vida dos sentimentos. O sentimento é o meio pelo qual o conceito obtém inicialmente vida concreta.

 


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Liberdade de Ser...




Foto Manuel Lücht Imagem Zoia Petrow - eleven rockart - all rights reserved
Música Mike Oldfield _ To be free
A essência da Liberdade

A criatividade é a maior forma de rebeldia da existência. Se deseja criar, você tem que se livrar de todos os condicionamentos; do contrario, sua criatividade não passará de mera imitação, será apenas uma simples cópia de algo. Você consegue ser criativo somente como indivíduo, você não pode ser criativo como parte da psicologia das massas. A mentalidade coletiva não tem criatividade; seus membros levam uma vida enfadonha; eles não conhecem realmente a dança, a melodia, a alegria; são seres mecânicos... tecnológicos.

A pessoa que pretenda ser criativa não pode seguir o mesmo caminho dos outros, uma sena excessivamente trilhada e batida. Ela tem que descobrir seu próprio caminho, tem que pesquisar nas selvas da vida. Ela tem que caminhar só; tem que ser um não conformista com os valores da psicologia das massas, da mentalidade coletiva. Esta é o tipo mais vil das mentalidades do mundo - mesmo as dos chamados idiotas são superiores à da idiotice coletiva. Mas o senso de coletividade tem suas recompensas; ele ajuda a respeitar, a honrar as pessoas quando elas insistem que o caminho da mentalidade coletiva é o único e correto caminho.

Foi por mera e simples necessidade que, no passado, os criadores de todos os tipos -- pintores, dançarinos, músicos, poetas, escultores -- tiveram que renunciar a respeitabilidade. Eles tiveram que levar uma espécie de vida de boêmio, de vagabundo: era a única possibilidade que tinham de serem criativos. As coisas não precisam ser assim... se você me entende, se sente o que estou dizendo como verdadeiro, então todos nós devemos viver individualmente, sem levarmos uma vida de extra-vagâncias. Esse tipo de vida é o subproduto de uma vida fixa, ortodoxa, convencional, retrograda.

Meus esforços são para destruir a mentalidade coletiva e tornar livre todas as pessoas, para que sejam eles ou elas mesmas. Assim, acabam-se os problemas; então, você pode viver como quiser. Aliás, a humanidade somente nascerá, de fato, no dia em que cada pessoa for respeitada em sua rebeldia. A humanidade ainda não nasceu; ainda esta no útero. Aquilo que você vê como humanidade é apenas uma ilusão, uma espécie de truque para desviar-nos a atenção do que é real. A menos que demos liberdade a todas as pessoas, liberdade absoluta para que cada uma delas seja ela mesma, para que possa viver a seu próprio modo... E, logicamente, ela não pode interferir na vida de ninguém -- isso faz parte da liberdade. Ninguém deve tolher a liberdade de outra pessoa.

Mas... todo mundo mete o nariz nos assuntos dos outros -- até mesmo em coisas absolutamente pessoais, sem nenhuma relação com a sociedade. por exemplo, uma pessoa se apaixona por outra pessoa; o que isso tem a ver com a sociedade... com sua vida...  é com a sua vida (você compõe esta sociedade, lembra?) que me lê agora? É um fenômeno puramente pessoal e não um produto exposto em feira-livre, para que todos o examinem e avaliem. Quando duas pessoas concordam em viver em comunhão amorosa, a sociedade não deve se intrometer nisso. Mas... a sociedade se intromete no assunto com toda a sua parafernalia de forma direta ou muitas vezes indireta, camuflada. E o policial que se posta entre os amantes... e o magistrado entre os amantes... o amigo com seus conselhos desnecessários na vivência única e individual de outrem. E quando tudo isso não basta para vasculhar o relacionamento... a vida pessoal de outrem... as sociedades criam um superpolicial, um deus para tomar conta e ditar regras.

Essa idéia de deus é como a de um bisbilhoteiro que não respeita sua privacidade nem mesmo no banheiro, que não pára de espiar através do buraco da fechadura... e hoje on line nas redes virtuais de relacionamentos, nas ferramentas de pesquisas observa e especula o que você esta fazendo.

Isso é horrível! 

"Todas" as religiões e até muitos intitulados "nova era" usam da afirmação de que deus o observa constantemente -- isso é... 

Feio! 

Abominável! 

Que Deus é esse? 

Será que ele não tem nada melhor para fazer que não seja observar, controlar e perseguir as pessoas pelo mundo ?  

Esse Deus mais parece um inquisidor ... um senhor de escravos... um algoz ... um detetive absoluto!

A humanidade carece de uma nova terra -- uma terra de liberdade, e não de libertinagem como ainda se vive. Este modo de vida "extra-vagante" foi uma reação, uma reação infelizmente necessária, mas se minha visão prevalecer... não haverá "extra-vagância", pois não haverá mais o que se chama de mentalidade coletiva tentando dominar as pessoas. Então todos ficarão à vontade consigo mesmos. Obviamente, você não pode se intrometer nos assuntos de ninguém --- e, no que diz respeito à sua vida, você deve, você pode e  você merece vivê-la como quiser.

Com isso, haverá somente criatividade. A criatividade é a essência da Liberdade.


Texto Rajneesh Chandra Mohan Jain_Osho falando sobre criatividade e liberdade -
Adaptação e imagens_ ElevenRockart











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Ágape

©2010 elevenrockart - praia do Mutá-BA - junho 2010 
Foto Manuel Lücht Imagem Zoia Petrow - all rights reserved







Filhos do Sol


O Amor nos dá coragem para corrermos 
todos os riscos de realizarmos

Ágape!!!


Zoia Petrow

Luz

Foto Manuel Lücht & Art Zoia Petrow_Ilhabela-SP_april2009



"Não existe matéria, tudo é energia!"  
Albert Einstein


HAJA LUZ

Let there be Light!

Mike Oldfield



realizando maravilhas


(...) ἐμοὶ δὲ θαυμάσαι
θεῶν τελεσάντων οὐδέν ποτε φαίνεται
ἔμμεν ἄπιστον. 
Píndaro, P.









Caminho Integral - IV -


Cada afastamento do Tao contamina o espírito da pessoa.
A raiva é um afastamento, assim como também o são a resistência e a absorção em si mesmo.
Em muitos momentos da vida o peso das contaminações pode se tornar grande.
Há apenas uma maneira de a pessoa se despojar dessas contaminações: praticar a virtude.
O que isso quer dizer?

Praticar a virtude é desinteressadamente dar assistência aos outros, oferecendo sem limitações o próprio tempo, as habilidades e posses, quando e onde eles sejam necessários, sem prejuízo da identidade dos que estão precisando de ajuda.

Se sua predisposição a dispensar bençãos é limitada, assim também é sua capacidade para recebê-las.

Esta é a ação sutil do Tao.

Caminho Integral - III -



Aqueles que querem incorporar o Tao devem abraçar todas as coisas.
Abraçar as coisas significa, primeiro, que não se deve guardar raiva ou resistir a qualquer idéia ou coisa, viva ou morta, tenha ela forma ou não.

A aceitação é a verdadeira essência do Tao.

Abraçar todas as coisas significa também despojar-se de qualquer conceito de separação: homem e mulher, eu e o outro, vida e morte.

A divisão é contrária à natureza do Tao.

Ao renunciar ao antagonismo e à separação, a pessoa entra na unidade harmoniosa de todas as coisas.




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Cristo Cósmico em mim reverência Cristo Cósmico em Ti.

Foto Manuel Lücht
Imagem e Arte Zoia Petrow
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