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" Você esta aqui para possibilitar que o propósito divino do universo se revele.

Veja como você é importante! "

Eckhart Tolle


Arrisque... o risco é a unica maneira de você saber se está "realmente" Vivo!!!

Zoia Petrow








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os mistérios de atlântida



Sou Isaías e estou no Templo de Salomão. Vejo um olho – um olho esquerdo azul-acinzentado – me observando. Ele não cessa de olhar para mim. Ele é um instrumento de vigilância criado para me observar. Ele está preso a um astrolábio situado no centro do altar principal. Ele vê o que estou manifestando e sentindo e transmite essas informações a Nibiru, o Planeta da Encruzilhada, que órbita em nosso sistema solar a cada 3600 anos. Os habitantes de Nibiru são os nephilim – deuses criadores como o meu próprio deus, Jeová, que desceu à Terra. Eles construíram este templo especialmente para abrigar esse olho, um computador que transmite informações sobre os sentimentos dos terrenos, embora só possa nos vigiar quando estamos com medo. Quando sentimos amor, ele não pode nos ver. A irmandade à qual pertenço – a Ordem de Melquisedeque – foi fundada pelos nibiruanos com a intenção de criar hierarquias políticas e religiosas, o que gerou controvérsias destinadas a infundir um medo constante nas pessoas, tornando-as visíveis ao onividente olho dos nibiruanos.

Sendo um astrólogo geocêntrico, criei o astrolábio que mantém o olho dos nibiruanos. Fiz isso para aprender, a partir de meus planos de realidade, como eles agem. Portanto, posso ser considerado um agente duplo. Possuo o “poder de vigilância” porque pertenço à Ordem de Melquisedeque, mas reservo essa capacidade para meu próprio uso. Na verdade, estou aguardando o momento em que um número suficiente de humanos superem o medo, de modo a poder escapar ao controle desses deuses criadores.

Transfiro minha consciência para o olho que está no altar. Quando faço isso, sou invadido por uma onda de choque. Vejo um clarão luminoso e, em seguida, fortes imagens rodopiam no ar: um homem-pássaro, uma deusa-leoa, répteis carregando dádivas e touros. Quero saber o que todos eles desejam. Como acontece com a maioria dos humanos, tenho um medo profundo desses arquétipos que confundem meu cérebro. Quais sõ as realidades desses quatro arquétipos, que me fazem lembrar os Quatro Cavaleiros do Apocalipse?

Estou também muito preocupado de que a vibrante energia vermelha que sinto possa ser o coração pulsante de uma grande aranha no céu – uma aranha que oculta o Sol. Na verdade, a aranha vermelha no céu é este lugar, esta energia, este sentimento que tenho aqui dentro do Templo de Salomão. É o último tabu: toda a verdade sobre o controle primordial da mente humana – o controle do universo. No entanto, também acho que os quatro seres e sua energia estão ligados a mim. Mas, quando tento decifrá-los em algo compreensível, não consigo. Leões, touros, lagartos e imensos homens-pássaros me provocam um medo instintivo, e sinto que somos controlados através desse medo. Por trás desses símbolos, existe o fascínio de um lugar distante, o ponto de convergência de todas as energias desta galáxia, o ponto que contém todas as informações que alguém possa querer conhecer. Mas basta disso por ora. Estou pensando nos ensinamentos de Atlântida.

Sei que é possível ter acesso aos ensinamentos de Atlântida entrando em contato com os habitantes das Plêiades. Toda vez que eles vêm ensinar, humanos estão num ponto máximo de consciência. Mas, como Isaías, estou impedido de atingir maior iluminação, porque não consigo em meu coração. Sempre que estou prestes a ver, o medo me domina – o medo de não saber o que fazer com os sofrimentos do meu tempo. Nesses momentos, percebo que não tenho uma verdadeira coragem. Então meu coração se fecha, e o olho pode ler dentro de mim. Desta vez, simplesmente vou me colocar por trás do olho e descobrir o que existe nele, se ele pode ler dentro de mim ou não.

Este olho me informa que os ensinamentos de Atlântida têm sido filtrados em diferentes lugares. Mas o ensinamento atlântico que devo conter durante minha vida como sacerdote do tempo no ano 700 a.C., a notícia de que o Cristo virá das Plêiades e encarnará no ano zero vem do Centro da Galáxia. Devo fazer isso para que a humanidade esteja preparada para dar o salto crítico milhares de anos no futuro – o salto do pensamento para o sentimento.

O Centro da Galáxia será ativado daqui a 2700 anos, no final do século XX. Nesse dia, todas as formas de vida sobre a Terra começarão a sentir o êxtase e o amor da Fonte. Até lá os humanos já serão capazes de perceber a realidade em toda parte, exceto no ponto central, e de ver através de todos os diferentes filtros do tempo. Até lá já terão aprendido a se conhecer suficientemente bem para serem capazes de perceber a verdadeira fonte.

O motivo pelo qual estou me servindo deste olho para perceber Atlântida a partir do Centro da Galáxia é que os ensinamentos de Atlântida são sobre a criatividade da Fonte Divina. A Fonte é infinita, é Tudo o que existe. Tudo o que existe no universo é a intenção da fonte de se tornar consciente de si mesma. No começo, através da consciência de si mesma, a Fonte criativa se manifestou na forma de um movimento primal. Esse movimento é a criatividade que é Atlântida.

A vibração que me traz as notícias de Atlântida situa-se muito além da terceira dimensão – é a própria criação. Tudo o que podemos fazer é senti-la, vivê-la, medi-la, ouvi-la, descrevê-la e evoluir com ela até possamos ver a divindade dentro dela. O nascimento da criatividade desencadeou toda uma série de acontecimentos: eras e tempo cíclico, catástrofes e a magnífica construção das formas. Mas o nascimento do Cristo é um fato único, assim como será o renascimento do Cristo em cada indivíduo no fim do século XX. Será o momento da sincronização, quando tudo o que já existiu se tornará divino.

Então, como podeis ver, Atlântida é a própria criatividade com toda a sua inerente dualidade. Quando alguém procura o reino perdido de Atlântida, na verdade está buscando a criatividade. Essa busca leva diretamente a várias experiências pessoais sobre a Terra, das quais apenas uma é a manifestação histórica de Atlântida. Portanto, Atlântida é também um estado da mente. Fortes percepções sobre nossas origens e nosso desenvolvimento estão gravadas nos primitivos registros de Atlântida, mas estão ocultas de nós porque os nibiruanos, os deuses criadores, perceberam que podíamos ser controlados através do medo. Atlântida surgirá diante de nós quando percebermos que não há nada a temer.

Mas – aí de mim! – todos os caminhos que levam a Atlântida estão cheios de medo! Por exemplo, em vosso tempo, os registros históricos sobre a Atlântida que têm sido apresentados nos últimos cem anos são muito técnicos e resultantes de concepções masculinas. Vossa última nave espacial, criada em parte para vos temerem os céus, recebeu o nome de Atlantis. Enquanto isso, em vosso tempo, a humanidade está ativando sua consciência coletiva, e a Terra começa a se lembrar da Deusa e do lado feminino da história. Apesar do medo, estais começando a ter acesso aos registros originais e Atlântida – aquele que nascem mais da exploração da Grande Deusa do que dos relatos do patriarcado.

Os primeiros habitantes da Mãe Terra veneravam os ciclos da Lua e do Sol em círculos de pedra. Em vosso tempo, precisais reativar a criatividade original desses povos de modo a acelerar vosso crescimento e compreender a inteligência natural da Terra. Essa é a inteligência que vibra em sintonia com a criatividade do Centro da Galáxia, a criatividade que guarda os segredos de Atlântida.

Quais são esses segredos? O primeiro é que cada planeta desta galáxia tem uma forma criativa central própria que fica enfraquecida ou confusa quando colonizada por seres alienígenas. Isso é o que tem ocorrido com o planeta Terra, amplamente colonizado pelos nibiruanos. Quando a Terra entrar em sincronia com o Centro da Galáxia, o que deverá pouco antes do ano 2013, essas formas originais serão revigoradas. O poder dos povos indígenas e das primitivas cerimônias da Terra vai reemergir. A história, que nada mais tem sido do que a projeção do medo existente sobre o planeta, chegará ao fim quando cada forma de vida liberar sua inteligência inata.

No momento da sincronização, cada corpo em cada sistema solar libertará um som, um canto primal que expressa sua vibração própria. A união de todos esses cantos – a “música das esferas” – não só despertará a memória codificada em cada entidade, mas apagará o passado para sempre. Em agosto de 1992, muitos serão acalentados por essa música, que lhes parecerá o sopro do Supremo Criador. E, em agosto de 1993, a história da criação será ouvida novamente nos templos de Teotihuacán.

Não podeis esquecer que a experiência dos primeiros povos da Terra tem sido contínua e amplamente influenciada por visitantes de outros reinos. Enquanto tiverdes de lutar para lembrar vossa origem, o encontro com aqueles que vos modificaram será parte do processo de recuperação de vossa identidade. Vossos mestres de Nibiru e outras fontes cósmicas alienígenas têm interferido tanto na evolução natural do planeta que é difícil para vós lembrar a ressonância original da Terra ou de vós mesmos. Sentir o coração dos povos primitivos batendo em sintonia com a Terra e todos os que nela vivem. No começo, apenas uns poucos a ouvirão, mas depois muitos, e muitos mais, se recordarão da voz de seu próprio planeta. Então toda a Terra renascerá, e a destruição e a poluição terão fim.

Gradualmente, o planeta voltará ao seu estado original de perfeição ecológica. Aqueles que tentaram controlá-los desistirão ao ouvir o suave canto que brotará de sua própria terra. Muitas vezes me pergunto se esse som será o som de uma flauta. Todos serão capazes de desfrutar plenamente e admirar a existência do outro sem tentar controlar qualquer coisa. Imaginai o dia em que o invasor pedirá licença para entrar, ficará para jantar, receberá um presente, dará uma lição e voltará para casa. Os visitantes vos ensinaram muita coisa sobre vós mesmos, mas, agora que podeis vos ver refletidos em todas as coisas criadas, não precisais mais deles. Depois de viajar em todas as direções e encarar vossa face no espelho, podeis voltar ao lar. Estais prontos para, com toda a firmeza e pacificamente, pedir aos visitantes que partam.



Texto extraído do livro: além do tempo – Técnicas de Regressão da Mente de Bárbara Hand Clow
Fonte: Grupo Cinturão de Fótons
Escultura Man&Woman_Jake Webster

"Inventemos um Imperialismo Andrógino reunindo as qualidades masculinas e femininas; um imperialismo alimentado de todas as sutilezas femininas e de todas as forças de estruturação masculinas. Realizemos Apolo espiritualmente. Não uma fusão do cristianismo e do paganismo, mas uma evasão do cristianismo, uma simples e estrita transcendência do paganismo, uma reconstrução transcendental do espírito pagão" .

Fernando Pessoa


separação do joio do trigo



o que é e quando terá início

por Nathan Barile Neves
físico e cabalista Resende/RJ.
E-mail: nabane@gmail.com


Outro dia mesmo, um aluno de Cabala, perguntou-me quando teria início a separação do joio do trigo. Para responder a essa pergunta, tive de recorrer a antigos ensinamentos cabalísticos, aliás tão bem comentados pelo Rav Berg.

Devemos entender que a Cabala não pergunta o “como as coisas acontecem” e sim “qual a razão das coisas acontecerem”. Essa é a regra e é claro que exceções existem.
O primeiro milênio ocorreu, de acordo com o calendário bíblico, há quase 6000 anos. O ano 2000 de nosso calendário equivale ao ano judaico de 5760.

Conforme a Cabala ensina, existem 400 pacotes de energia caótica ou espírito da impureza (Tumá). Sabemos ainda que para a eliminação do espírito da impureza são necessários 40 S'ah (medida de volume que seria capaz de conter 144 ovos e que é capaz de eliminar 10 pacotes de energia negativa). Sendo assim, quarenta S'ah equivalem a 5760 ovos. A Sitrei Torá (Cabala Oculta תּוֹרָה), nos dá o caminho para o número 144.000 que a Bíblia tanto fala, pois cada milênio é realmente um evento cósmico de grande importância.

Dos quatro elementos básicos de nossa constituição (Ar,Terra,Fogo e Água), desde a ruptura do Receptor que deu origem ao chamado Big-Bang, a água (emanação da Luz materializada) é, sem dúvida, o elemento fundamental de purificação. Não pelo fato de que a água é o constituinte básico de toda massa viva (70% em média), mas pelo simples fato que a energia-inteligência da água é a única capaz de remover o espírito da impureza (e não somente a impureza , para que possamos estar livres do seu retorno). Por isso os banhos (mikve) de imersão total, eram sempre praticados nos batismos, pois nem só uma pontinha do fio de cabelo deveria estar fora da abrangência do poder de purificação da água.

Mas, voltando ao nosso raciocínio, devemos considerar o livro de Daniel em seu capítulo final e em especial os últimos versículos, pois se somarmos aqueles números e interpretarmos as Escrituras de maneira correta e considerarmos o ano de 5760 como o ano 2000 do calendário Gregoriano, chegaremos ao 11 de setembro de 2001, onde a alusão à grande Torre (babilônica) mostra-nos a sua queda e o início do processo de remoção de Tumá. Está escrito:..."e Removerei da Terra todo o espírito da impureza...". Portanto naquela data o processo se iniciou e a recente tsunami, na Indonésia, poderia ser comparada à besta que emerge do mar.


Caros amigos, a letra YUD, para os antigos cabalistas era comparado o seu formato a um ovo e as letras que compõem sua forma de soletrar (d w y), tem valor 144, lembrando que cada letra hebraica tem um valor numérico. Logo, concluímos que a letra Yud e a medida S'ah estão dotadas da energia-inteligência com valor 144. Assim, compreendemos que a letra Yud e a medida S'ah podem eliminar 10 grupos de pacotes de energia negativa ou caótica. Então, os 40 S'ah, eliminam do indivíduo 400 grupos de Tumá. Aí está o segredo dos quatrocentos homens de Esaú (Jacó, irmão de Esaú, procurou aplacar a ira de Esaú e seus 400 homens, que representam tumá).


Durante o Concílio de Nicéia, no século IV (no ano 325), a Bíblia sofreu profundas transformações e textos preciosos foram extirpados em função de Constantino e seus fiéis. Na busca pela verdade, os cientistas como, por exemplo, Einstein, Newton e os pensadores, Platão e Jung, buscaram nos textos cabalísticos respostas para suas dúvidas, tais textos inundam de luz questões polêmicas no ramo da física, medicina, astronomia, estando incrivelmente atuais. Daí, então, a Cabala vislumbra e adota a possibilidade de interpretar a Bíblia de maneira não literal, pois erros de julgamento e entendimento tornam-se tônica ao procedermos de maneira tão ingênua.


O texto bíblico permite quatro níveis de interpretação e são eles: Pshat, que é o sentido literal; Remez, que é o sentido alegórico; Drash, que é o ensinamento através do procedimento e, finalmente, Sod, que significa Segredo (que seria a alma da Torá). A torá é um grande código secreto, pesquisado inclusive por cientistas e escritores (vide o livro “O Código da Bíblia”) e interessante seria assinalar que as iniciais dos quatro níveis de interpretação formam a palavra PaRDes, que significa Pomar ou Paraíso.

A Cabala, portanto, se ocupa muito da parte secreta e oculta das Escrituras, e consegue estabelecer perfeita harmonia entre Ciência e Religião, além de explicar até mesmo conceitos atuais da Física Quântica, modernas teorias científicas e estabelecer interpretações sobre o destino da humanidade.

O grande mistério da separação do joio do trigo é que passamos a entender que o ano de 2000 (5760 no calendário judaico) deu início ao cumprimento do versículo que fala sobre a eliminação na terra, do espírito da impureza, conforme se interpreta no Livro do Esplendor (Zohar): “Eu livrarei a terra dos animais perigosos”...

Se pararmos para refletir sobre As Profecias Maias, O Evangelho dos Essênios ou, até mesmo, sobre o Evangelho apócrifo de Simão - O Cirineu, veremos que as doenças, a revolta da natureza e o caos em nosso planeta, foram gerados por massas críticas produzidas pelo homem em seu obcecado caminho de fazer prevalecer o Desejo de Receber Somente para Si Mesmo ao invés da busca pela transmutação do Desejo de Receber Somente para Compartilhar.

As conseqüências são drásticas para todos, pois todos sempre estiveram interconectados e ainda assim, até nos dias de hoje, “a ficha não caiu”. Ou o homem busca a evolução espiritual ou sofrerá as conseqüências da dor e sofrimento, que é imprescindível para eliminação do ego. Quando o nosso ego não prevalece, ficamos preenchidos da Luz do Criador transformando-nos em ferramentas de plenitude fazendo com que percebamos que as nossas ações materiais proativas provocam reações na esfera espiritual, beneficiando toda a humanidade.

Muitos, porém, pensam que não acontece nada aos reativos e que aqueles que “levam vantagem em tudo” ficam, aparentemente, sempre impunes. Devemos considerar um elucidativo texto escrito pelo cabalista Michael Berg : “As leis da ação e reação são universais e as mesmas em nosso planeta e nos planos superiores”. Então porque, aqueles que burlam as leis e o direito dos outros quase nunca sofrem as conseqüências imediatas por terem cometido tais ações?

A resposta para tal paradoxo é que o Senhor dos Exércitos, em Sua infinita bondade, diferenciou o fator tempo nas leis de causa e efeito no mundo físico e no mundo espiritual, para que todos nós tivéssemos oportunidades de evolução através da nossa correção (tikun).

Se vivêssemos num mundo onde os efeitos da ação negativa se manifestassem imediatamente, o elemento escolha desapareceria de nossas vidas. Com respeito às leis espirituais, a correlação entre causa e efeito está oculta para preservar nosso poder de escolha”, diz Michael Berg.



Quero dizer que se você salta do alto de um prédio, irá se esborrachar em alguns segundos. A reação à sua ação foi imediata. Já no contexto espiritual, se nós fazemos mal a alguém através de ações ou pensamentos, a reação (punição produzida por nós mesmos) poderá ocorrer hoje, amanhã, daqui um ano, dez anos ou em outra encarnação. O mesmo acontece se fizermos uma boa ação. A “recompensa” virá em época não sabida. Isto acontece para que o livre-arbítrio possa ocorrer, ou seja, se a ação e reação fossem imediatas como nas leis da física, todas as pessoas só fariam boas ações com o objetivo de receberem a “recompensa” imediatamente e todas essas mesmas pessoas jamais fariam o mal a alguém, pois receberiam imediatamente o “castigo”. Portanto, os homens não teriam o direito de escolha, não teriam o livre-arbítrio, pois todos só iriam se comportar de uma única maneira, sem direito algum às suas próprias escolhas e o mundo caminharia sempre em um único sentido possível e previsível, destruindo a possibilidade de evolução da raça humana. Este acontecimento inibiria a Dualidade e as múltiplas facetas do nosso Universo.

Para finalizar, gostaria de dizer que o homem tem a seu dispor vários futuros possíveis, dependendo, apenas, de que a massa crítica, oriunda das ações e pensamentos da humanidade, tenda para um dos lados do livre-arbítrio: proatividade ou reatividade. Praticar a proatividade significa agir sem culpar a ninguém por nossos problemas, buscando a evolução espiritual sem reagir a fatores externos. Já na reatividade, agimos obedecendo aos instintos dos nossos limitados cinco sentidos, trazendo sentimentos de insatisfação e vazio às nossas vidas. Devemos refletir sobre o fato de que o Criador nos dá sempre o direito de escolha e que as profecias apocalípticas são visões de um futuro arquitetado e construído por nossas ações de desamor, falta de Fé, desinteresse pelo conhecimento e ganância. Errar faz parte de nossas vidas, porém, se tivermos a intenção de reconhecer e corrigir tais erros tendo a consciência de que cada problema é uma lição e uma oportunidade de aprendizado, teremos, então, um grande antídoto para todos os males que nos afligem, afinal, o nosso maior inimigo é a nossa própria reatividade diante dos problemas e não o problema em si. Podemos melhorar sempre procurando trazer luz para as nossas vidas e compartilhando com nossos semelhantes, pois é impossível amar a D'us sem amar o nosso próximo.


Fonte: grupo de estudos de transição planetária Cinturão de Fótons_18.03.2006

Cristo Cósmico em mim reverência Cristo Cósmico em Ti.

Foto Manuel Lücht
Imagem e Arte Zoia Petrow
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